Lilypie Kids Birthday tickers

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Lilypie First Birthday tickers

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Balanceando o balanço...

No outro dia, em conversa com uma amiga, ela dizia que como estavamos no final do ano, era altura de fazer balanços e de analisarmos o que tinha acontecido e como tinhamos evoluido enquanto pessoas. Dei-me conta de que ainda não tinha pensado nisso este ano. Mas de imediato me dei conta também de que este ano que passou, com todas as vicissitudes, austeridades, troikas, preocupações financeiras, dificuldades laborais... e outras que tais... para mim foi sem dúvida o melhor dos últimos 10 anos, e um dos melhores da minha vida.

Em 2011 realizei sonhos... ri muito... em 2011 os meus olhos continuaram a brilhar quando encontravam os teus.

Voltei (voltamos) a conjugar a vida no plural... duas pessoas no singular. Casámos, comprámos uma casa que adoramos, passámos dias de romance e deslumbramento em Nova Iorque. Em 2011 a minha filha revelou-se uma excelente aluna na escola, aprendeu a ler, e cresceu, cresceu tanto, que às vezes parece uma mulher em ponto pequeno. E meiga, tão meiga... Em 2011 a familia foi presenteada com mais uma grande alegria. Nasceu o meu sobrinho, um bebé tão querido, tranquilo, sorridente e bem disposto que, mesmo sendo tão pequeno, já conquista todos os que o rodeiam. O meu afilhado começou a falar, já conseguimos conversar ao telefone e faz-nos sempre sorrir com as suas traquinices, alegria e travessuras próprias de uma criança na idade mágica dos 2 anos. Estreitei laços com a M., que me vê como uma amiga que tem sempre carinho e mimo disponíveis para lhe dar.


Foi um ano cheio de amor, de amigos, de carinho, de emoções fortes e olhares brilhantes...


Sei que é pedir demais que o próximo ano seja tão bom como este... Mas em 2012... quero continuar a sonhar...


A todos, desejo também que em 2012, concretizem ou dêem passos para concretizar os vossos sonhos. Não temos que nos concentrar nas coisas negativas, elas existem e vão existir sempre, e não é por falarmos mais nos problemas que algum deles se vai resolver. Dirão os mais cépticos que pensamentos felizes não enchem a carteira, nem pagam contas, e é verdade. Mas também é verdade que uma atitude pessimista nunca ajudou ninguém a ir a lado nenhum. Vão à luta, pelos vossos sonhos, para mudar de vida, para melhorarem o que não está bem ou não vos faz felizes. Eu fiz a minha travessia no deserto. Continuo a fazê-la, em muitas coisas, mas aprendi a lidar com aquilo de que não gosto. Aprendi a valorizar mais os momentos. E há tantos pequenos simples e singelos momentos mágicos que passam sem que nos demos conta... Vivam a vida... podemos até ser jovens, termos tempo (ou pensarmos que temos), e termos saúde... mas só temos mesmo esta. Não podemos desperdiçá-la...


Até sempre,

Cookie

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Dos brinquedos novos...

O meu Pai Natal (J.) foi muito generoso comigo, ofereceu-me mesmo o que eu queria e já andava à meses a namorar. Apresento-vos o meu novo smartphone Samsung Galaxy Ace (eu sei que não é um Iphone, mas acreditem (e o meu Pai Natal sabe) que gostei bem mais do que se fosse). Olhem só que coisinha mais laroca :-)))

Entretanto, depois também de meses em que não podia entrar num dos shoppings que costumamos frequentar sem que o meu mais que tudo ficasse de olhos arregalados a admirar os helicópteros telecomandados que estavam à venda num quiosque logo na entrada, por mais que eu lhe dissesse que aquilo era um brinquedo de criança... como ele disse, realmente eu não conseguiria não lho oferecer (entre outros presentes, claro), quanto mais não fosse para ver a sua cara de menino com os olhos brilhantes quando abrisse o presente. (conheces-me tão bem, querido J., que adivinhaste este presente e exatamente o efeito que eu pretendia com ele)


As princesas ficaram felizes da vida ao receberem o que haviam pedido ao Pai Natal, para a M. a Nancy na Neve, para a R. a Boutique dos Nenucos. Como complemento, e como medida para incentivar a continuação do bom relacionamento entre as duas, cada uma ofereceu à outra umas botinhas tipo pantufa da Assessorize, que não tiraram mais dos pézitos, desde que as receberam. (foi o chamado Natal em pantufas :-)))


E o pequeno R., tão alegre quando percebeu que podia cantar ao microfrone e acompanhar as musicas no leitor de CD que a madrinha e o J. lhe ofereceram? Delicioso...


Também tivemos as prendinhas para o nosso benjamim, o pequeno H., que apesar de ainda não perceber nada do que se estava a passar nos presenteou a todos com a sua habitual boa disposição. E afinal, ele foi mesmo o melhor presente do ano que agora termina...


Resumindo, estava toda a gente bem disposta, na casa andava papel de embrulho e embalagens por todo o lado... mas o que sobrava em "entulho" sobrava também em alegria e carinho.


Foi um excelente Natal! Venham mais como estes... A todos os que estiveram connosco durante estes dias, quer fisicamente, quer ao telefone, por SMS ou por e-mail, obrigada pela alegria que ajudaram a trazer a esta quadra!


Até sempre,


Cookie








Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiii...

... que hoje era um dia tão jeitoso para ter ficado na caminha sem horas para levantar. E para passar o dia inteiro na preguiça. Ou a brincarmos (os 3) com os nossos brinquedos novos...


Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiii...


Até sempre,

Cookie

PS - O Natal (o primeiro na nossa casa nova) correu muito bem, mas muito bem mesmo (e daí também o cansaço. Os presentes estavam praticamente resumidos aos dos miudos (e aos mais que tudo), mas foram de um modo geral muito bem sucedidos. Recordo a minha princesa, ao fim do dia, a dizer "queres saber de que presente gostei mais?" Abre um sorriso enorme e diz, com sinceridade e alegria "de todos". Eu posso até ser a mãe mais babada do universo... Mas a minha filha é das crianças mais doces que eu conheço. :-)))

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal!

"'Cause I just want you here tonight

Holding on to me so tight

What more can I do Baby

all I want for Christmas is you"



Para mim o Natal este ano será perfeito. Porque fui aprendendo ao longo dos últimos 10 anos a viver bem com aquilo que tenho, sem me concentrar naquilo que não tenho. A minha filha não vai passar a noite de Natal comigo. Mas sei que vai estar bem, junto do pai e da sua familia, pessoas que adora e que também a adoram. Pode até não estar comigo, mas vai estar cá dentro, no meu coração. No dia seguinte já estaremos juntas e compensarei com muito mimo e carinho (e presentes, claro :-) ) as saudades que já lhe disse hoje de manhã, quando nos despedimos, que já estou a sentir.
No dia de Natal, receberei na minha nova casa toda a minha familia mais chegada, os meus. Cada vez com mais crianças, ou seja, cada vez com mais alegria! Ao meu lado, o homem com quem casei este ano, o homem que me faz sorrir e junto a quem a vida faz mais sentido… Simplesmente perfeito!!!

Por isso, é de coração transbordante de alegria e sentimentos positivos que deixo aqui os meus votos de um feliz Natal, a quem eu amo, às pessoas de quem gosto, às que admiro, aos que me fazem rir, aos que me estimam e mimam… mas também aos que me irritam, que me cansam, a quem eu realmente não gosto, e a quem não posso ver mais à frente, aos que assumem compromissos e depois falham… Enfim, a todos… mas a todos mesmo…



FELIZ NATAAAAAAAAAAAAAAAAL!!!!!!!!!!!!!!!!!




Até sempre,

Cookie

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Lucky

"I'm lucky I'm in love with my best friend", é a frase que me apetece pedir emprestada à Colbie e ao Jason. É um privilégio enorme que a pessoa com quem partilhamos a vida seja aquela que preferimos para desabafar, para rir, para sair às compras, enfim, para fazer qualquer coisa que seja. O meu melhor amigo, o ombro que me ampara quando preciso de conforto, o meu companheiro no sentido mais pleno da palavra, o abraço no qual me deito e que me acolhe também ao acordar e dá mais sentido a cada dia que passa, o carinho com que me envolve todas as manhãs, a saudade que surge automaticamente no momento em que o deixo à porta do trabalho, o sorriso que me acompanha no resto do caminho, mesmo sabendo que não me espera um dia fácil. Mas sou feliz... e deste sentimento cada vez mais inquestionável vem uma boa parte do meu sorriso.

E por sentir tudo isto, e com cada vez mais motivos para isso, é que o amor sai reforçado e ganha ainda mais certezas, mais firmeza, mais convição a cada dia que passa.


Obrigada, querido J., contigo descobri o que é o verdadeiro amor.

Amo-te, cada dia mais e de uma forma mais completa!

Tua,

M.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O meu último vicio...

... é suspirar... De vez em quando lá dou por mim a dar mais um profundo suspiro... Não é de paixão, que o coração, apesar de estar muito bem, anda tranquilo, passado que está aquele "sobressalto" constante dos primeiros meses. É mesmo na tentativa de descomprimir, quando me deparo com mais esta ou aquela dificuldade, quando me aborreço com alguém, quando surge algum problema no trabalho, quando tenho pela frente mais uma tarefa que não me apetece desenvolver, quando me sinto "engolida" pela rotina...

Vá lá, pelo menos que eu saiba, este meu vicio recente não tem efeitos secundários adversos...


Aiaiiiiiiiiiiiiiiiiiiii :-)


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Não sei do que é...

... não sei se é deste espirito depressivo que paira por aí...

... se é de ter recebido hoje o ordenado e sentir uma revolta contida (que remédio) ao verificar o exorbitante valor da sobretaxa extraordinária que foi aplicada...

... não sei se é de lutar no dia-a-dia, como se cola tivessem, com os mesmos problemas... com as mesmas dificuldades...

... se é do cansaço de ser obrigada a lidar todos os dias com os mesmos defeitos nas mesmas pessoas...

... não sei se é de sentir no ar que muitas pessoas perderam a serenidade, complicam o que é simples... cometem erros de palmatória que dificultam o trabalho dos outros...


... mas parece-me que a minha mente se aliou à greve de hoje. O meu corpo veio trabalhar, o meu cérebro até fez a viagem toda até aqui... Mas entretanto desligou-se. Deve estar a tentar não pensar, abstrair-se de tudo o que é mau. E esquecer que daqui para a frente ainda vai piorar mais...


Até sempre, (e desculpem lá o desabafo)

Cookie

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Dialetos de ternura #6

E para hoje... o amor em versão rap... para ti... "deixa-me dar-te o que tu mereces, tu és a resposta para as minhas preces" :-)))

Retratamento dos Da Weasel

Vou levar-te para casa - tomar conta de ti
Dar-te um bom banho, vestir-te um pijama e…
Fazer-te uma papinha, meter-te na caminha
Ler-te uma historinha e deixar-te bem calminha
Ouve bem: Preciso de alguém do meu lado
Que me dê um bom dia com um sorriso bem rasgado
Amor pela manhã, pela tarde e pelo fim do dia
Mais um pouco quando sonho era o que eu queria
Não é preciso muito, é muito simples na verdade
Só quero amor bom, carinho, solidariedade
Faz-me rir e eu prometo que não te faço chorar
Trata bem de mim e eu bem de ti vou tratar
Olá nina, quero tratar de ti
Dar-te este mundo e o outro tenho tudo aqui
Chega só um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim
Trata-me bem – eu juro que suo sangue por ti
Faz a coisa certa como o Spike Lee
Podes usar e abusar tipo brinquedo favorito
Mas tem cuidado, por favor, não o deixes partido…
Dou-te tudo o que puder, tudo o que tiver
O que não tiver tiro aos deuses para a minha mulher!
Roubamos um foguete, vamos dar uma volta até à Lua
Escrevo um livro pelo caminho com a alma toda nua
Procriamos como coelhos e quando nos derem pelos joelhos
Procriamos mais um pouco porque eu adoro fedelhos
Escrevo o teu nome no meu corpo para toda a gente ver
Bem piroso e lamechas, como o amor deve ser…verdadeiro!!!
Olá nina, quero tratar de ti
Dar-te um mundo e o outro tenho tudo aqui
Chega só um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim
Gostas de filmes? Podíamos fazer um bem privado…
Eu escrevo, realizo e actuo do teu lado
Podes ser a minha estrela, vou-te dar um bom papel
Pouca palavra, muita acção, acredita que é mel
Nasceste para isto, tá tudo previsto
Por isso insisto e não resisto a dar-te mais um pouco disto
Amor puro, fresco como a brisa do mar
Tenho montes dele guardado, e tá quase a estragar
Envelheço ao teu lado, eu bem gordo tu bem magra
Acabamos com o stock nacional de Viagra
Faz-me rir e eu prometo que não te faço chorar
Trata bem de mim e eu bem de ti vou tratar
Olá nina, chega (aqui)ao pé de mim
Deixa-me dar-te o que tu mereces
Tu és a resposta para as minhas preces
Senta-te aqui vou-te cantar um som
Doce como tu, como um bombom
Olá, nina quero tratar de ti
Dar-te um mundo e o outro tenho tudo aqui
Chega só um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim

Até sempre,
Cookie



segunda-feira, 7 de novembro de 2011

10 anos...

Aproximadamente 3.650 dias sem ti... e as saudades não esmorecem.
Amo-te, querido pai!

Até sempre,
Cookie

Até parecia 6ª feira treze...(*)

Começo por tentar ligar o computador, verificando que o encaixe do carregador está partido. Como nem bateria tinha, desisto.

Mais tarde pego na varinha mágica para passar a sopa, que apesar de funcionar começa logo a fazer um barulho estranho, até que para de vez e quase pega fogo...

Algum tempo depois saímos na carrinha do J., quando estacionamos ele constata que tem uma avaria no fecho central de portas e não a consegue fechar. Lá tivemos nós que voltar a casa, deixar a carrinha na garagem e sair no meu carro.


Resumindo, sem que nada o fizesse prever, até ao final do dia tivemos que comprar um carregador universal e uma varinha mágica. Quanto à avaria da carrinha, ainda vamos em quanto é que vai ficar o prejuizo... Isto num mês em que em despesas extra (tipo revisão do carro, troca de pneus, uma reparação no apartamento) já passamos os 500 €. E com estas coisas, não há troika... e nem almofada financeira... que resistam...


Até sempre,

Cookie

(*) Brincadeira, e preocupações financeiras à parte, felizmente ninguém se magoou e toda a gente está de saúde. E nos dias que correm, isso é o mais importante...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A queda de um mito... ;-)

A conversa parecia inofensiva. Começou por eu lhe contar que alguns colegas meus íam visitar a terra do Pai Natal, na Lapónia. Até estava muito bem encaminhada, com ela a descrever como imaginava que seria a casa dele, com todos os pormenores.
Depois diz ela, muito chocada: "Sabes, mãe, eu tenho colegas meus que andam a dizer que o Pai Natal não existe. Dizem que são os pais que compram os presentes".
E eu a pensar: "Ups… não estava a ver esta conversa a vir tão cedo.", lá lhe digo, tentando contornar a questão, mas sem contradizer ninguém: "Sabes filha, há coisas em que nós gostamos de acreditar. Tu gostas de acreditar no Pai Natal, não gostas?"
E ela: "Eu gosto mãe." Fica pensativa e diz: "Mas é mesmo verdade?"
Pergunto-lhe: "Tu queres continuar a acreditar ou queres saber a verdade?"
Ela diz-me que prefere saber a verdade. Eu olho-a nos olhos e lá lhe explico: "O Pai Natal realmente não existe, filha. É a mãe que te coloca um presentinho na lareira todos os anos, no dia de Natal. Tu gostavas de acreditar nisso e a mãe também sempre achou linda essa história mágica que os pais contam aos meninos."
Realço o fato de que partilhei com ela uma informação que só se conta aos "meninos grandes", e que não deve contar a nenhuma criança, sobretudo aos primos. Deve deixar acreditar quem quer.
Deixo-a pensar um pouco, enquanto me vai repetindo "a sério, mãe, és mesmo tu que compras os presentes?" e pergunto-lhe se está triste. Ela, com um sorriso, responde-me que não.
Entretanto chega o J e aproveitamos a onda para acabar com outro mito infantil, o do João Pestana, ao qual tinha que pedir todas as noites para lhe mandar sonhos bons. "O João Pestana também não existe, filha, no fundo é uma forma de a mãe te desejar bons sonhos."
Achei engraçada a tranquilidade com que ela recebeu estas informações. Acho que se sentiu crescida e ficou satisfeita por isso.

E tem mudado tanto a minha pequenita nos últimos tempos, mais responsável, mais determinada, mais rápida, a comer melhor. Sem dúvida que nos últimos meses tem caminhado a passos largos para se tranformar numa mulherzinha. E eu, super orgulhosa, com a sua determinação e vontade de agradar e corrigir aqueles que eu apontava que eram os seus maiores defeitos.

Até sempre,
Cookie

terça-feira, 18 de outubro de 2011

...





E a voar já passou meio ano... Que não é nada, ao lado da pessoa que faz o "para sempre" parecer pouco tempo...


Amo-te, cada dia um bocadinho mais...


Tua,


M.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Ronda das avós...

Em 2 fins de semana seguidos conseguimos ir visitar as nossas 4 avós, limpando assim um importante assunto das nossas listas de pendentes, pelo menos por uns tempos. Sabe bem ter o dever cumprido para com as nossas matriarcas. E na verdade, com um pouco de organização, nem que seja criando uma rotina de "não deixar passar mais de um mês sem fazer uma visita", tudo se consegue, sobretudo porque até nem moram assim tão longe.
Tinha saudades das minhas avózinhas, sentia que andava a falhar imenso sobretudo com uma delas. É sempre um prazer conviver com a avó materna do J., que pelo muito carinho mútuo também já sinto como minha. Foi muito bom conhecer a avó paterna dele, infelizmente com uma situação de saúde muito mais precária. Pode até nem dado conta que o neto lá esteve. Mas ele (nós) sabe(mos)… E isso já ajuda a aligeirar o peso nas nossas consciências.

Até sempre,
Cookie

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Injeções de ânimo

Ontem pela primeira vez verbalizei aquilo que me vai na alma já há uns tempos. Efetivamente nos dias que correm passo 90% (acho que ainda deve ser mais, mas não quero exagerar) do meu tempo laboral às voltas com problemas, pessoas em dificuldades mas que não me compete a mim, e nem à instituição na qual exerço funções, ajudar, colegas pouco cooperantes, clientes que usam este local, de porta aberta ao público, para virem aqui descarregar as suas frustrações diárias. A expressão "areias na engrenagem" vai-se enraízando no nosso dia a dia. Tantas vezes pensava ou sentia isto… Ontem disse-o, e senti o peso psicológico de colocar em palavras aquilo que me vai na alma. Não há nada a fazer, estes tempos são mesmo propícios a estas coisas…
Mais ou menos pela mesma altura a minha irmã enviou-me umas fotos que tiramos no fim de semana. Fiquei completamente encantada com duas delas, com a minha filha e o meu afilhado, abraçados e sorridentes. Resolvi imprimir uma dessas fotos, a que achei mais ternurenta, ainda que aqui só o tenha podido fazer a preto a branco, e colocar aqui mesmo ao lado do meu monitor. E posso-vos dizer que não podia funcionar melhor como injeção de ânimo… não há momento no dia em que ao olhar para eles não me saia logo um sorriso vindo diretinho do meu coração. Afinal, são dois dos meus maiores amores, duas das minhas maiores alegrias na vida. E estão aqui, à minha frente, com aqueles sorrisos tão genuinos como só as crianças conseguem ter, e lembram-me como tenho na minha vida coisas tão maravilhosas. Como diziam os Monty Python, "Always look on the bright side of life". E nos tempos duros que correm, acho que esta é mesmo a melhor arma.

Até sempre
Cookie

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Da vida...

Todos os dias me cruzo com pessoas com problemas… problemas financeiros, desemprego, problemas de saúde mais ou menos graves, mais ou menos incapacitantes, acidentes, corações partidos, problemas familiares. Todos os dias agradeço pelos últimos anos abençoados da minha vida. Não sendo perfeita, não me posso queixar de nada em especial, eu e os meus estamos bem, temos saúde, temos situações financeiras estáveis.
A verdade é que tenho consciência de que um dia o infortúnio irá bater à minha porta. De uma ou de outra forma, é inevitável, e só quem nunca teve problemas sérios é que pode ainda viver a ilusão de pode viver sempre em tons de rosa. Eu já tive a minha conta… uma grande conta. E por isso estou preparada. E com isso aprendi… a dar todas as gargalhadas, a sentir todas as emoções, a viver com mais intensidade e a tentar não desperdiçar um minuto que seja da minha (boa) vida. Porque só tenho esta e não quero (nem posso) desperdiçá-la. Porque sei bem que de um momento para o outro a nossa vida pode surpreender-nos e dar uma volta de 180º no pior sentido possível. E nessa altura, quando isso acontecer, eu quero poder dizer: fui feliz enquanto pude… e vou voltar a ser (que para mim a felicidade é um "grito de guerra").


Até sempre,

Cookie

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dicas para mim mesma #1

Cookie Maria, esta é para interiorizares já hoje, agorinha mesmo, antes do almoço. Não faz sentido queixares-te que te estás a transformar numa pequena baleia, para depois ganhares o hábito diário de comeres um chocolatinho junto com o café a seguir ao almoço. Não há balança que tenha empatia para com estas incongruências.

Vamos lá a ganhar juizo, rapariga... Por mais que tenhas percebido que o aumento de peso foi consequência de medicação, não te podes refugiar nessa desculpa (até porque ela já acabou), para fazeres os teus disparates da gula dia após dia...


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

"A luz dos olhos meus"

Quero viver o meu amor com um brilhozinho nos olhos. É assim que eu o tenho vivido, nos últimos meses, que já somam mais do que um ano, com o calor de um sentimento tantas vezes renovado, em tantas ocasiões reforçado. O nosso amor é cultivado de parte a parte, em pequenos gestos, em pequenas atitudes, na vontade de melhorar, de limar algumas arestas. Ele demonstrou-me que eu estava errada, na minha convicção construida em anos de experiências, de que as pessoas nunca mudam. Por mim ele mudou em tanta coisa, com tanta facilidade… E ao mudar descobriu que há um caminho diferente, mais correto, mais sensato, mais tranquilo, para a felicidade. O brilho nos olhos dele mostra-me que o percurso que já fizemos, que já vai longo em intensidade, é o que nos leva a uma relação madura, serena e feliz. Mostra-me também que hoje, ele é uma pessoa muito mais feliz. Deixa o meu coração tranquilo.
Se os olhos são o espelho da alma, é neles que se reflete o desamor. Foi através deles que refleti o meu noutras ocasiões, quase noutras vidas. Que os meus olhos nunca se desencantem dos teus… que os teus nunca se desencantem dos meus, e eu continue a conseguir absorver neles a intensidade do teu sentimento por mim.
Como diz o poema de Vinicius de Moraes, transformado em música: "Quando a luz dos olhos meus e a luz dos olhos teus resolvem se encontrar, ai, que bom que isso é meu Deus, que frio que me dá o encontro desse olhar."
Que a luz dos olhos meus continue a encontrar a luz dos olhos teus, é o que mais desejo para NÓS. Nada mais nada menos do que aquilo que merecemos.




Até sempre,


Cookie

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Palavras

"Há palavras que nos ferem, como se fosse punhais..."


E eu gostava de prometer (sobretudo a mim mesma) que nunca mais vou proferir alguma dessas palavras. E gostava de acreditar que nunca mais me vou voltar a magoar por palavras ouvidas, sobretudo vindas da boca de alguém que eu amo.


Quem tem feitio "explosivo" (como eu) tem tendência a em momentos de discussão usar as palavras como arma de arremesso. Infelizmente não é possível apagar palavras ditas, nem a dor que elas provocam...

Resta utilizar uma das mais admiráveis virtudes do ser humano. O dom de perdoar. A capacidade de relativizar...


Por mais saudável que seja discutir quando há pontos de vista diferentes, é fundamental saber fazê-lo mantendo o máximo da razoabilidade possível e medindo sempre as palavras.


Até sempre,

Cookie

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Voltando às cismas...

Apesar de em termos práticos não ter adiantado nada nem ter havido consequência nenhuma para além do "vais ter que continuar assim durante mais uns tempos" é sempre positivo quando se descobre que afinal existe uma explicação lógica e cientifica para as nossas cismas.

E que além disso a minha recente "tendência a transformar-me em baleia" também tem a sua justificação...


Até sempre,

Cookie

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Revivendo o passado

Quando eu tinha 12 anos, o meu pai foi trabalhar para uma pequena vila transmontana, na altura a 3 horas de distância do local onde viviamos. Entre imensas saudades, eu repetia para mim, para me mentalizar, e para a minha mana mais nova que "o pai foi para longe também por nós, porque foi ganhar mais dinheiro e subir de lugar na profissão". A carreira assim o obrigou e a familia lá se adaptou...

Foi por essa altura que vivi alguns dos melhores momentos a dois com o meu pai, quando em periodo de férias escolares ía passar semanas com ele. Eramos só os dois e eu sentia-me crescida, responsável. Era um pouco como se estivesse a tomar conta dele.

Este fim de semana regresso a essa pequena vila transmontana. O propósito é conhecer um hotel magnifico instalado sobre um enorme vale, que o J conhece e diz que é das coisas mais bonitas que já viu no nosso país. Mas vai saber bem o bónus de reviver o passado, de repisar aqueles lugares e relembrar aqueles momentos...


Até sempre,

Cookie

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Parabéns para mim...

Diz que hoje entro na meia idade (35 anos, pelo menos foi o que me disse um médico no outro dia)... mas fresquinha como uma alface (bom, pelo menos tento... e tenho dias em que consigo :-)))

Até sempre,
Cookie

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Como eu gostava...

... de ser mais descontraída... menos cismada...

De certeza que acumularia menos cabelos brancos, e menos rugas na testa...


Até sempre,

Cookie

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

No 2º ano

Mais uma vez, na reunião de ínicio do ano letivo, senti que me identifico em bastantes pontos com o professor da R. É admirável sentir que ao fim de uma carreira de muitos anos, ele mantém a paixão que sente pela profissão. Estando a falar de algo tão importante como o ensino, é com imenso agrado que registo que o professor da minha filha não é um dos “conformados”, ou “acomodados”, é alguém que realmente adora o que faz.

Uma das coisas que nos disse foi que para ele o mais importante não é que os alunos aprendam muitas coisas, mas sim formá-los enquanto seres humanos. Enquanto "educadora", subscrevo totalmente esta ideia. Eu também estou sempre a dizer isso à minha filha, eu não preciso que tu sejas a melhor aluna, a mais inteligente. Eu só quero é que tu sejas uma pessoa bem formada e que se saiba comportar. Quero orgulhar-me de ti enquanto pessoa, não pelas tuas notas brilhantes. Claro que (cá entre nós) as notas, que efetivamente são brilhantes, são a cereja no topo do bolo…
Entretanto, a escola começa já a funcionar em pleno, com o ATL, as atividades extracurriculares. Com um professor tão bom e uma escola bem equipada e que funciona bem em quase todos os aspetos, cada vez estou mais agradecida a quem me ajudou a tomar a opção de levar a minha filha para a escola pública. Hoje tenho a certeza de que estaria a gastar (bastante) dinheiro todos os meses e não teria melhor qualidade de ensino nem melhores condições escolares.
Comprova-se mais uma vez que nem tudo o que é mais caro é melhor.

Até sempre,
Cookie

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Um potencial Masterchef

Neste período pós-ferias, decidimos que eu iria ensiná-lo a cozinhar. A troika lá de casa determina que sejam reduzidas ao mínimo as refeições fora, pelo que achámos importante que ele também seja autónomo e capaz de se desenrascar na cozinha sempre que for necessário.
Durante a terceira lição, ele chega a uma brilhante conclusão: "Afinal tu pões sempre as mesmas coisas na comida. Quando eu começar a fazer sozinho os meus cozinhados vais ver". E pelo que já vi, ideias não lhe faltam…
Cheira-me que daqui ainda vai sair o próximo Masterchef… :-)))


Até sempre,

Cookie

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

É hoje! É hoje!!!

A poucas horas de entrar em "modo chinelo". Finalmente :-)))))))))))))))

Até sempre,
Cookie

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Caixinha de surpresas #5

Ontem a R percebeu que eu e o J estavamos "amuados" um com o outro, numa daquelas nossas picardias, sempre do mesmo tipo: tempestades em copos de água. Então resolveu que ía fazer com que nós fizessemos as pazes, mas à maneira dela, como nos contos de fadas. :-)
Pediu-me para subir para o quarto e disse-me para quando ele chegasse eu fazer uma vénia e lhe estender a mão. Ainda reclamou que eu devia trocar de roupa, lá achou que não estava vestida para a ocasião, mas pronto, não fomos tão longe. A ele disse para subir também, e quando me visse abrir um grande sorriso e pegar na minha mão para a beijar. E pronto, escusado será dizer que a picardia se diluiu entre risos, num abraço bem apertado em que a envolvemos também. Maravilhosa a minha pequenina. Adorei o empenho dela, podia perfeitamente não ter ligado nenhuma e pensar "eles que são grandes que se entendam". Mas não, não descansou enquanto não alcançou o seu objetivo. É nestas alturas que eu fico totalmente encantada com ela...

E para ti, querido J., o melhor de nos zangarmos, é mesmo fazermos as pazes…


Até sempre,


Cookie

sábado, 6 de agosto de 2011

Soneto do amor total - Vinicius de Moraes

Para ti... por ti...

"Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude."


Tua,

M.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Será isto o destino?

Ontem, a propósito do que tem acontecido nas nossas vidas e nas de quem também já fez parte delas, eu e o J. conversávamos sobre como tudo acabou por se ajustar e como aparentemente todos estão neste momento melhor do que há uns anos atrás.

Eu e o J. fomos feitos um para o outro, não me restam grandes dúvidas acerca disso. Lembro-me tantas vezes da frase de Jack Nicholson a Helen Hunt no filme "Melhor é impossível", em que ele lhe confessava os seus sentimentos dizendo-lhe "you make me want to be a better man". Acho que é a essência do amor, querer e conseguir ser uma melhor pessoa, porque o nosso companheiro ou companheira desperta aquilo que de melhor nós temos. Assim é connosco. Sei que o J. é muito melhor companheiro comigo do que foi na sua anterior relação, mais meigo, mais atencioso, mais cooperante nas tarefas domésticas. Ele chega ao ponto de me ir buscar o comprimido que eu tenho q tomar todos os dias e me esqueço 90% das vezes. Às vezes parece que se preocupa mais comigo do que eu própria. E ele também desperta o meu lado melhor, mais meigo, mais preocupado, mas atento. Sei bem que nem sempre fui assim.

Mas voltando ao assunto... o meu ex-marido também encontrou uma pessoa que, apesar de não conhecer bem, me parece muito mais certa para ele. Aparenta ser uma pessoa menos sensível, e não lhe fará com certeza muita confusão ter um companheiro que não seja atento às pequenas coisas, que não seja carinhoso.

A ex-mulher do J também tem um companheiro aparentemente mais carinhoso e prestável em casa do que o J era com ela. Diria ela que acabou por sair a ganhar, digo eu que nunca conheceu nem valorizou o homem que teve com ela durante tantos anos. É curioso como se consegue estar tanto tempo com alguém sem nunca chegar a conhecer essa pessoa. Por outro lado, também parece que ela lhe faz muito mais companhia a ele, acompanha-o ao café ou a festas, coisas que com o J não fazia.

No fundo parece que se baralharam e voltaram a organizar as peças do puzzle, obtendo-se encaixes muito melhores.

Tinhamos dois casamentos infelizes, agora temos 3 casais (aparentemente) felizes.

E à luz do tempo, fico feliz por ter havido coragem para se dar a pedrada no charco, a coragem de tomar decisões e mudar de vida... Não foi fácil, mas hoje estamos todos melhor assim.


Até sempre,

Cookie

sábado, 30 de julho de 2011

Home alone

O J. saiu para uma despedida de solteiro, bem longe daqui. A R. este fim de semana anda de festa em festa de aniversário, feliz por rever os amiguinhos da escola, em tempo de férias. E eu fiquei pela primeira vez sózinha em casa, gozando do almejado descanso de que tanto precisava, por algumas horas.


Não é que esteja mal, no terraço a apanhar sol... Mas a verdade é que sinto a casa tão vazia sem os meus amores...


O que vale é que é por pouco tempo. Pelo menos é a mensagem que vou transmitindo ao meu cérebro.




Até sempre,


Cookie

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Fim-de-semana precisa-se!!!

Para fazer... nada!

Para ir... a lado nenhum!

Para aterrar no sofá e de preferência dormir umas sonecas.

E pronto, para passar a ferro, que para mal dos meus pecados não foi só o chefe que foi de férias, a empregada também e alguém :-((( tem um montão de roupa para passar. E muito pouca vontade. E muito pouco jeito. E problemas de coluna. (*)


Ó vida... Ó férias que nunca mais chegam...


Até sempre, (cansadooooooooooooooooooooo)

Cookie

(*) O comentário mais desejado a este post: a minha mãe querida a oferecer-se para me passar a roupinha. Hein??? Pode ser?

terça-feira, 26 de julho de 2011

Que nervos...

Nada me enerva mais num ser humano do que a arrogância. Sobretudo quando, por circunstâncias profissionais, não posso responder-lhe da forma que desejava (que era por certo a merecida).


Até sempre,

Cookie

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sentimentos nostálgicos

Costuma-se dizer que para melhor muda-se sempre, e parece-me que a expressão se aplicará à generalidade das situações de mudança. O que não quer dizer que no pós mudança não existam sentimentos nostálgicos. Falo da minha mudança recente, a de casa. É verdade que o conforto proporcionado pela casa nova não tem comparação com o do minusculo T2 que ocupávamos. É verdade que continuo apaixonada pela minha casa nova, e pelo projeto de a irmos a pouco e pouco decorando, de irmos comprando aquelas pequeninas coisas que fazem falta à medida que vá havendo possibilidade. É verdade que continuo encantada por ter um terraço, espaço ao ar livre onde fazer as refeições, ou simplesmente estar sentado à noite a ver o luar. Ainda ontem foi divertidissimo observar a alegria das miudas após termos instalado o chuveiro no jardim.
Mas não posso deixar de dizer que sinto saudades do apartamento. Foi um espaço marcante na minha vida, no fundo foi o único imóvel que adquiri sózinha, comprado para morar em conjunto com a minha filha. Representou de certa forma a minha independência completa, e uma fase importante da minha vida. Aquela em que percebi que não precisava de ter ninguém comigo (excepto a minha princesa) para ser feliz. Que a minha felicidade dependia em muito da minha atitude perante a vida. Lições importantes que aprendi sozinha, que vou guardar para sempre e me fizeram crescer imenso enquanto ser humano.

Foi por ali que vivi o inicio da minha relação com o J, que nos encantámos um com o outro, que decidimos morar juntos, que ele estreitou laços com a minha filha, que eu fui a pouco e pouco conquistando a atenção e carinho da filha dele. Por ali vivemos momentos mágicos, apenas os dois, ou com as nossas pequeninas. Por ali consolidamos a nossa relação até sentirmos segurança para darmos o passo do casamento.
Ali fomos felizes, muito felizes. E por tudo isto, por melhor que esteja agora, não consigo evitar sentir saudades daquele cantinho…

Até sempre,
Cookie

sábado, 16 de julho de 2011

Finalmente...



... temos televisão e internet na casa nova!

O tempo é que parece que nos está a querer pregar uma partida, pelo que provavelmente teremos que adiar a estreia do chuveiro.

De qualquer forma, e apesar disso... que bem que se está aqui!!!



Até sempre,

Cookie

sexta-feira, 15 de julho de 2011

E por falar em coisas simples...

... palpita-me que este fim-de-semana que vamos estrear o chuveiro de jardim que comprámos para o terraço :-)))))


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Felicidade é...

De problema em problema, assim vai decorrendo o dia-a-dia profissional. Não se augura nada de diferente para os próximos tempos (meses, anos, talvez). Neste momento as minhas expetativas são apenas de que as coisas piorem.
Por isso a (minha) regra é: "Habitua-te, procura não te enervares, faz sempre o melhor que puderes, e nunca, mas nunca mesmo, te esqueças que há vida fora destas paredes".
Nestas alturas, a qualidade do tempo passado fora do trabalho é ainda mais importante. Momentos tranquilos e felizes, são mais necessários do que nunca. E às vezes é tão simples… Ainda ontem, depois do jantar, o J lembrou-se de se ir sentar com a R nas espreguiçadeiras do terraço, gozando da frescura noturna e apreciando a lua cheia e o céu estrelado. Quando me juntei a eles, aos meus amores, não pude deixar de pensar que realmente não é preciso muito mais do que este cenário para estar feliz, pelo menos ali, naquele momento, com aquela companhia.

Até sempre,
Cookie

terça-feira, 12 de julho de 2011

E entretanto…

… na semana das mudanças ainda houve tempo para me encher de orgulho pela minha pequenita, por duas vezes. Primeiro com a reunião de avaliação na escola, em que entre rasgados elogios feitos pelo professor, recebi uma ficha de uma nota só, a todas as disciplinas e AEC's: Muito Bom! Fiquei feliz quer pelas notas, quer pela avaliação qualitativa. É muito bom dizerem-nos que a nossa filha é muito bem educada, sociável, que se integra perfeitamente, que gosta de ajudar os outros meninos. Que encara a escola com alegria e é uma criança feliz…
E dois dias depois ainda me pude deliciar com o sorriso rasgado que exibiu na passerelle, perante centenas de pessoas, no desfile de moda realizado lá na cidade. Fico sempre admirada… como pode ser tão diferente de mim... e tão parecida, ao mesmo tempo, em algumas coisas? Como costumo dizer, uma versão melhorada de mim, em que a insegurança e timidez que sempre me caracterizaram e incomodaram, foram substituidas por um à vontade enorme e um sorriso aberto...

Obrigada, princesa linda… A mãe ficou mais uma vez (ou duas) encantada e completamente derretida contigo!!!


Até sempre,

Cookie

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Muito trabalho e algumas nódoas negras depois...

... cá estou (estamos) de regresso. Foi uma semana cansativa, passada entre caixotes (cerca de 60, contei-os eu) e com duas crianças a nosso cargo. No dia 5 de Julho ficamos pela primeira vez a dormir na casa nova. Posso considerar que a casa já está organizada a cerca de 90% (faltam apenas alguns detalhes que implicam fazer compras que ainda não foi possível efetuar, e coisas do tipo instalar TV, Internet, alterar moradas... enfim).

Entretanto ainda foi possível ir dois dias até à praia, mais por termos prometido às miudas que o faríamos, porque admito que custou sair de casa no preciso momento em que ela se tornou confortável. Foram dias muito stressantes e o humor nem sempre foi dos melhores (a propósito, querido J., desculpa as minhas falhas e o mau feitio).

Mas ontem, de regresso e apenas os dois, foi nitida a sensação do dever cumprido, aliada à alegria por termos realizado um sonho (um dos maiores, parece incrível que o tenhamos realizado em menos de 1 mês). Adoro a casa que comprámos, o nosso cantinho, em cada pequeno pormenor. É muito bom sentir que algo que compramos já quase concluido é completamente "a nossa cara", e tudo tão moderno, tão prático, tão funcional... :-)))

Espero e acredito que o nosso novo lar será o palco de muitos momentos felizes. Afinal, depende sobretudo de nós...


Até sempre,

Cookie

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Um mimo por dia, para ti...

Já sabiamos que esta semana ía ser de loucos. A conjugação do final do trimestre com a semana antes de férias tornaria o ritmo laboral alucinante, a preparação da mudança de casa iria também absorver-nos imenso. Era a típica semana em que não sobrava tempo para namorar…
Pensando nisto, lembrei-me: que melhor altura poderia existir para desafiar a rotina e mimar o meu amor? A ideia foi bem simples, todos os dias da semana fazer-te um miminho, uma pequena surpresa. Coisas pequenas, simples e simbólicas, desde uma visita surpresa a meio do dia, trazer-te o teu carro lavadinho, até à "inauguração" do terraço da nossa casa nova (não vou esquecer a tua expressão, o teu sorriso, tinhas a felicidade estampada no rosto).
O teu miminho de sexta-feira é este post, apenas para te dizer que com vontade conseguimos desafiar a rotina mesmo nas alturas mais improváveis. Tu também o fizeste, ainda ontem, ao presentear-me com rosas no trabalho.
No final desta semana, apesar de tanto trabalho e de tanto cansaço, a nossa chama está (ainda mais) acesa. E é tão simples, basta que exista vontade. E isso eu sei que temos, ambos… muita…

Amo-te cada vez mais!
Tua,
M.
PS - Obrigada. Foste tu que me ensinaste e fizeste perceber como é maravilhoso receber miminhos destes.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Pensamentos infantis...

Diz ela, muito admirada com a constatação: "Ó mãe, já viste? O pai desde que eu nasci morou sempre na mesma casa... Tu já moraste na casa do pai, na casa da avó, no apartamento, e agora vamos para a casa nova." Respondo-lhe: "Tens razão filha, tantas casas! Mas olha, agora também já não mudamos mais."


É verdade... nos últimos 5 anos esta já vai ser a 4ª casa onde vou residir, a 4ª alteração de morada em todos os documentos. Mas esta é sem duvida a melhor mudança de todas, porque a encaro como definitiva, associada que está à fase mais tranquila e estável da minha vida.

A casa onde vamos continuar a ser felizes, em família, os 4...


Até sempre,

Cookie

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Desafiar a vida...

Excesso de velocidade, alcool, uso de telemóvel, cansaço, falta de cinto de segurança, manobras perigosas e desrespeito pelos sinais de trânsito. Todos nós já transgredimos regras básicas de condução, por um ou outro motivo. Todos nós temos uma certa tendência a acharmo-nos imortais, a acreditar que as coisas más acontecem só aos outros. O Angélico morreu… Conduzia provavelmente a alta velocidade e sem cinto de segurança. O acidente que lhe aconteceu a ele já me poderia ter acontecido a mim (quantos sustos já apanhei nos 100 kms diários que faço a conduzir). Na estrada, não se trata de sermos ou não exímios condutores, mas de pura sorte… ou azar. Mas compete-nos a nós sermos responsáveis, cumprirmos as regras de segurança que são básicas, e evitarmos colocar em risco a nossa vida… e a dos outros.
Uma coisa eu sei, se aquele acidente me tivesse acontecido a mim, provavelmente as consequências não teriam sido tão graves. Pelo simples fato de que nunca, mas nunca mesmo, conduzo sem o cinto de segurança. Porque como dizem e este caso provou, o cinto de segurança pode salvar vidas…
Morreu na estrada mais um jovem (até foram dois) cheio de vida e de saúde, com o futuro todo à sua frente. Todos os dias acontecem situações destas, a única diferença é que este é conhecido e abre o noticiário no telejornal. Que pelo menos o que aconteceu sirva de exemplo para todos nós, condutores.


Até sempre,

Cookie

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A/C precisa-se!!!

E pronto, lá entramos nós nos dias tórridos de Verão no interior Norte, a que acho que nunca me hei-de habituar. No passado Sábado dizem que já chegamos aos 40º, eu no carro cheguei a ver 38,5º... coisa pouca portanto...

Resta-me o consolo de que daqui a pouco mais de uma semana trocarei o meu apartamento tipo sauna (onde já estão 27º, e ainda agora o calor começou), por uma casa com eficiência energética A+, com 6 maravilhosos (e desde já tão estimados) aparelhos de ar condicionado, prontinhos a fazer as delicias dos proprietários. E um terraço para estar à noite a sentir a leve brisa noturna, e apanhar banhos de sol durante o dia. Só falta mesmo é uma piscina, mas pronto, não há carteira para tudo. :-)

Como nem tudo são rosas, espera-se muita transpiração (com as mudanças) para os próximos dias. E uma semana de férias em volta dos caixotes...


Até sempre,

Cookie

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ao meu raio de sol... Parabéns!!!

Ontem fizeste 7 aninhos, temperados com muito mimo, animação e alegria. A festa foi em grande e por isso a mãe não teve energias para, ao fim do dia, vir aqui ao blog assinalar a data do teu nascimento. Mas não poderia deixar de o fazer... Porque tu, querida filha, és um raio de sol que ilumina os meus dias e os enche de cor.

Ontem à noite, já de regresso a casa e nas últimas arrumações, ouvi-te dizer: "hoje foi o dia mais feliz da minha vida". Foi a melhor recompensa pelo meu empenho na tua festinha...

Obrigada minha princesa por ajudares a fazer da mãe uma mulher tão completa e tão feliz!

Muitos parabéns!!!
Com muito amor, da tua,
Mãe

domingo, 12 de junho de 2011

Acasos felizes...

E de repente, uma sucessão de acasos fez com que a decisão da troca de casa se efetivasse muito mais cedo do que estava previsto. A mudança está prevista já para o inicio do próximo mês. Mais uma vez vou ter a minha vida em caixotes, mas sei que encontrei a casa onde quero passar o resto da minha vida. A casa que assistirá a muitos momentos ternos e felizes. Finalmente vou ter o meu próprio terraço, para apanhar sol, para jantar ao ar livre nas noites quentes de verão que se avizinham. E espaço, muito espaço.

Aconteceu tudo tão rápido que às vezes parece que ainda estamos a sonhar... Por um lado assusta, por outro, lembro-me do que o J. me disse uma vez: "as melhores decisões da minha vida foram as que tomei mais rapidamente". Espero que esta seja mais uma... das melhores decisões das nossas vidas...

Quando assinamos o contrato promessa, não pudemos deixar de sorrir um para o outro, cumplices... A imobiliária que nos vende a casa chama-se precisamente "Acasos Felizes". Que assim seja...


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Esta blogger anda ocupada...

... está a tratar de transformar um dos seus sonhos em realidade!!!

Até sempre,
Cookie

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sobre os beneficios sociais...

Sobre o post anterior, quero dizer que num pais perfeito, composto por cidadãos exemplares, todos os apoios sociais a que se faz referência fazem sentido. Eu faço parte do conjunto de pessoas que quando olha para o recibo de vencimento e constata que tem um valor de descontos superior ao rendimento de muita gente, se sente uma privilegiada, e tem noção de que devem existir apoios para os menos afortunados que eu.
Aliás, mesmo fora do contexto ideal, vários dos apoios fazem sentido. É preferivel distribuir preservativos ou mesmo legalizar o aborto do que ter bebés indesejados, muitas vezes vitimas de maus tratos ou entregues para a adopção. Só merece ser pai quem efetivamente o deseja ser. Curiosamente, descobri há dias que o sistema público limita a 3 o numero de tratamentos para infertilidade, sendo que não há qualquer limite para o número de abortos que o estado (nós) paga(mos). Faz sentido?
Quanto à toxicodependência, é uma escolha de vida que se fez em determinado momento. Opta-se por um caminho errado e muitas vezes não se consegue sair dele. No entanto, é naturalmente preferível distriuir seringas gratuitas do que disseminar doenças…
Sobre o subsídio de desemprego, naturalmente que é uma contribuição importante e necessária para quem sofreu o infortúnio de perder o trabalho. Sabemos todos, contudo, que há imensos esquemas em torno disto. A mim choca-me profundamente continuar (ainda hoje, em cenário de crise) a ouvir empresários dizerem que não conseguem encontrar mão-de-obra… Como a noticia que passou no outro dia na TV de uma exploração intensiva de plantação de alface que teve que recorrer a mão de obra tailandesa (mais de 100 postos de trabalho), porque não conseguiu recrutar trabalhadores através dos centros de emprego. Trabalhar cansa, não é? Pois… eu sei.
O Rendimento Minimo efetivamente é o modo de subsistência para muita gente, o problema é que mais uma vez é recebido indevidamente por muitas pessoas que não deveriam ter direito a ele. Pessoas que efetivamente trabalham, não estando inscritas na Segurança Social, não pagando impostos como todos nós, e antes auferindo de uma contribuição que não lhes deveria ser devida.
Por outro lado, há casos para os quais parece que ninguém olha. Quantas pessoas há forçadas a largar o trabalho para tomar conta de familiares que se tornaram dependentes, na sequência de doenças ou acidentes… Que apoios há para estas situações, estas sim quase todas dramáticas?

Já nem falo em todos os que, podendo, aproveitam para "meter a mão" nos dinheiros públicos. Quantos há que enriqueceram à custa de todos nós? Quantos milhões nos foram roubados???

Enfim, depois deste desabafo, volto ao trabalho… Sabendo que vou continuar a pagar os meus impostos, e possivelmente cada vez mais. Felizmente tenho emprego… Só espero que este caos em que se encontra o nosso país, à custa de tanto dinheiro mal gasto durante tantos anos, não venha a colocar o meu posto de trabalho em causa.

Até sempre,
Cookie

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Realmente... rrsrsrsrsrsr...

(Eu nem posso pensar muito nestas coisas que me dá logo vontade de emigrar. Hoje enviaram-me este e-mail, que não resisto a partilhar)

1. Vais ter relações sexuais? O governo dá-te preservativos!
2. Já tiveste? O governo dá-te a pílula do dia seguinte!
3. Engravidaste? O governo dá-te o aborto!
4. Tiveste filho? O governo dá-te o Abono Família!
5. Estás desempregado? O governo dá-te o Subsídio de Desemprego!
6. És drogado? O governo dá-te seringas!
7. Não gostas de trabalhar? O governo dá-te o Rendimento Mínimo
8. Foste preso e agora puseram-te cá fora? O governo dá-te o subsídio de Reinserção Social

Agora experimenta... ESTUDAR; TRABALHAR; PRODUZIR e ANDAR NA LINHA, e verás o que é que te acontece !
VAIS GANHAR UMA "BOLSA" DE IMPOSTOS NUNCA VISTA EM QUALQUER OUTRO LUGAR DO MUNDO!!!

Até sempre,
Cookie

sábado, 21 de maio de 2011

Um ano depois...


Quando entramos no carro, puseste a tocar a nossa música. Os meus pensamentos voaram até ao dia em que me enviaste um e-mail com a letra (Just Breathe dos Pearl Jam), terminando dizendo, a partir de hoje esta passa a ser a nossa música, a música de dois amigos. E eu li a letra atentamente, detendo-me no refrão e pensando "did I say that I want you, did I say that I need you" não é coisa de amigos, nem aqui nem na China... Por um lado assustava-me com a velocidade a que a nossa amizade crescia, de dia para dia, e com o receio de que os teus sentimentos por mim pudessem alterar-se. Por outro não lhe conseguia fugir, porque se tornava cada vez mais preciosa e importante na minha vida. Sem que eu o conseguisse ainda perceber, sem que me tivesse dado conta de que os meus sentimentos também não eram uma simples amizade, também eu precisava de ti, da tua amizade, da tua atenção, dos teus conselhos, do teu carinho...

Lembrei-me também do dia em que me deste boleia para um jantar de amigos, e chegaste aqui a casa com uma rosa vermelha, de me assustar mais uma vez... Lembro-me de ter terminado essa noite abraçada a ti, sem que nada o fizesse prever. Por um lado achava tudo tão estranho, por outro havia um qualquer magnetismo que me prendia a ti. Desde essa noite, demorou pouco tempo até que eu percebesse que também eu me estava a apaixonar.

Passado um ano, estamos casados... Foi tudo tão rápido, mas por outro lado aconteceu tanta coisa, que olhando para trás, parece incrível que tenha passado tão pouco tempo. Passado um ano, agradeço ao destino que nos cruzou e nos atraiu um para o outro, quando menos o esperava, quando até não queria... Mal eu sabia que hoje, mais do que nunca, a letra da nossa música iria fazer todo o sentido. Para ti, meu amor, um ano depois: Hold me till I die, meet you on the other side...


Tua, sempre,


M.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Limpeza...

Vou bater na madeira logo a seguir a escrever isto… Acho que a minha vida nunca esteve tão tranquila como neste momento. O trabalho é o que é, mas também já estou habituada e consigo lidar bem com os problemas quotidianos. Em termos familiares está tudo calmo, todos sem problemas de maior, a aguardar alegremente a chegada de mais um elemento… A minha filha, à parte a habitual saga na hora das refeições, tem andado bem disposta, a entrar naquela fase da teimosia em que acha que já sabe tudo, mas pronto, acho que é normal. Tenho que ter paciência, mas sinto-me à altura para lidar com isso. Também tem momentos de meiguice deliciosos e é nesses que tenho que me concentrar. No amor, bom, com menos de um mês de casada, o clima é naturalmente de lua-de-mel, e não me parece que vá terminar tão cedo. Finalmente considero-me aceite (e até querida) por todos os elementos da familia dele, principalmente pela filha, que cada vez é mais efusiva nas demonstrações de carinho em relação a mim. As "interferências externas", que tanto fizeram para tentar perturbar a nossa relação, finalmente concluiram que não iriam conseguir separar-nos, e decidiram seguir o caminho mais inteligente, que é o de preocuparem-se com a sua própria vida.
E assim sendo, neste ponto de tranquilidade, quero crescer como ser humano. Quero limpar a cabeça de ressentimentos e de atitudes e pensamentos negativos. Quero também eu concentrar-me na minha vida, no meu caminho, e deixar de desejar mal a quem me (nos) fez mal (o que em certa altura se tornou inevitável). Costuma-se dizer que cada um tem o que merece… e assim será também neste caso… Não vale a pena pensar mais nisso…

E eu tenho é que limpar a cabecinha e aproveitar o maravilhoso momento que estou a viver na minha vida, à medida em que vamos dando os passos necessários para realizarmos alguns dos nossos sonhos, a dois!!!

Até sempre,
Cookie

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Até sempre

Voltei… No regresso da viagem cruzaram-se a nostalgia pelos bons momentos passados, com a vontade de rever a minha filha. Felizmente consegui manter as saudades controladas durante o periodo que passamos longe uma da outra. Nesse aspeto, foi uma feliz decisão a de irmos para um local onde não parassemos durante todo o dia. Assim como também foi muito feliz o momento em que nos voltamos a abraçar.
A lua de mel em Nova Iorque foi maravilhosa. Adorei a cidade, pela grandiosidade, pela organização, pela simpatia nos nova-iorquinos (que confesso que me surpreendeu), pela diversidade cultural e social, pela beleza das obras de arte que vimos, por estar em tantos locais que apenas conhecia dos filmes. Era uma das minhas viagens de sonho e correspondeu às minhas expetativas.

Todas estas boas sensações ampliadas pelo fato de fazer a viagem na melhor companhia possível, a do meu amor.
Admito que no regresso a minha disponibilidade para a escrita está bastante reduzida, e isso levou-me a ponderar a possibilidade de efetuar um interregno neste blog. Ainda estou a pensar nisso. Custa-me despedir-me deste "amigo", custa-me cortar esta ligação às pessoas que o lêem e comentam… Vamos ver.

Para já, este ainda é um "até sempre",
Cookie

terça-feira, 26 de abril de 2011

Parabéns...



... a ti, que tornaste a minha vida muito mais bonita, mais completa, mais preenchida, com muito mais sonhos e perspetivas de os concretizar. Sou hoje uma mulher ainda mais feliz do que antes de ti... Obrigada por tudo...

E amanhã, voaremos juntos para a cidade que nunca dorme, realizando uma das minhas viagens de sonho, e celebrando o nosso amor... Que este seja o primeiro de muitos dias de aniversário felizes que passaremos juntos, pela vida fora!



Amo-te (hoje mais do que ontem e menos do que amanhã)...



Até sempre,

Cookie

terça-feira, 19 de abril de 2011

Para sempre...

18 de Abril de 2011



quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quase, quase...

... de férias... e que boas que vão ser!!!!

Cheias de momentos especiais, de carinho, de sorrisos, com muito amor e muitos sentimentos felizes, libertas da rotina, dos horários repetidos todos os dias, com a alegre presença das meninas 24h por dia... Com o coração cheio, repleto de boas emoções... Só falta mais um dia... :-)))


Até sempre,

Cookie

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O verdadeiro amor


(a propósito dos comentários deixados no post "As pequenas coisas")


Para mim, a imagem do verdadeiro amor, sempre foi a de dois velhinhos de mãos dadas, trocando olhares ternos. Talvez por isso sempre tenha visto as relações numa perspetiva de futuro. A vida é construida no presente... quanto ao passado já não há nada a fazer, e o futuro é feito de sonhos... Mas eu nunca consegui viver uma relação sem pensar nela à luz dos anos, sem a tentar imaginar com o passar do tempo. Provavelmente foi isso que me fez desistir no passado, ao perceber que não estava a construir nada daquilo com que sempre sonhei.

Se parece um sonho quase impossível de concretizar? Ah, pois parece... E em certas alturas das nossas vidas, ainda mais. Se conheço casos? Sem dúvida. Os meus avós maternos, os meus pais (apesar de se terem separado na vida terrena cedo demais), os avós maternos do J., pelo que ele me conta... E conheço outras relações recentes que acredito que têm o mesmo potencial. E além destes casos, basta andar atento, na rua. Ainda há poucos dias sorria em silêncio perante a conversa animada de um casal de cabelos grisalhos, cumplices, no intervalo do cinema.

Porque para mim, estes são os exemplos que demonstram que é possível, que vale a pena não baixar os braços e conformarmo-nos com uma relação que muitas vezes até já deixou de ser satisfatória, e é muito mais feita de comodismo e de falta de coragem para arriscar a começar tudo de novo, do que de sentimentos.

Se eu admito a possibilidade de que o meu principe se transforme num sapo? Claro que sim, já não sou propriamente uma adolescente sonhadora de 16 anos. Mas também sei que muito do sucesso desta relação depende também de mim. Assim como nos conheço aos dois, e sei que nos empenharemos ao máximo para conseguirmos construir um futuro feliz em comum.

Sei que o que sentimos um pelo outro se vai transformar. Espero e acredito que vá ganhando a tranquilidade, a consistência e a maturidade que apenas surge com o passar dos anos. Espero e acredito que também um dia os dois, velhinhos ternurentos de mãos dadas, iremos personificar a imagem do "verdadeiro amor".


Até sempre,

Cookie

Ironia da vida...

... é ter no mesmo dia, no trabalho, duas notícias: a que mais se desejava... e a que mais se temia...


Eu sempre disse que fazer amigos no local de trabalho era um bónus, mas tem grandes desvantagens. Habituamo-nos às pessoas, a estar com elas todos os dias... E depois "perdemo-las" e custa... custa tanto...

Para ti, querido amigo... desejo-te toda a sorte do mundo. Com esta melga sempre à perna, porque podes até ficar mais longe da vista, mas vais continuar sempre perto do coração...


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 31 de março de 2011

As pequenas coisas

Ele fica encantado por verificar que eu o valorizo nas pequenas coisas. E pergunto-me: como poderia não o fazer?

Ele acha que eu estou cansada e insiste em ir sózinho às compras… Ele vai sempre abrir-me a porta da garagem, mesmo quando não saímos no mesmo carro… Ele arruma o meu casaco, que tenho por (mau) hábito atirar para cima da cama quando chego a casa… Ele seca o cabelo à minha filha enquanto eu preparo o jantar… Ele ajuda-me, sem ter obrigação nenhuma, na educação dela… Sabe ser o amigo crescido que a enche de mimos, mas também tem um jeito enorme para a fazer cumprir as regras… Ele abastece o meu carro de combustível, e vai pagar ao posto… Ele tem assinalado todos os meses de namoro com um presente ou uma surpresa… Ele está sempre atento ao que eu gosto ou não gosto, e já me conhece como ninguém… Ele colabora em todas as tarefas domésticas e nunca reclama… de nada… Ele só não sabe cozinhar, mas está sempre a dizer que ainda vai aprender e que um dia eu vou ter uma grande surpresa… Ele está sempre a elogiar-me e a comentar a sorte que teve por eu o ter deixado entrar na minha vida. E eu pergunto-me: então e eu? Poderia ter tido mais sorte do que a que tive? E como poderia não lhe dar o devido valor? Como poderia às vezes não ficar comovida, quando ele me trata tão bem? Estou sempre a dizer-lhe, com tanto mimo, qualquer dia "estragas-me"… Uma relação é feita de tanta coisa… Não só de sentimentos, de cumplicidade, de respeito, mas também do saber que a pessoa que está connosco estará presente para nos apoiar em tudo. Que sorrirá connosco nos bons momentos, mas que nos maus será a primeira a aparecer. Mas também é feita destas pequenas coisas, às quais só não dá o devido valor quem sempre as teve, e acabou por as dar como garantidas. E eu espero nunca vir a ser uma dessas pessoas… E por tudo isto, pelo meu sentimento correspondido, por saber que tenho um companheiro para todos os momentos, e por ter tantas pequenas coisas para valorizar… eu sinto-me a mais sortuda das mulheres…

(Por te ter na minha vida. Como hoje te disse: "I'm lucky I'm in love with my best friend") ;-) Até sempre, Cookie

Frases sentidas #42

"A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, deveríamos dançar..." Até sempre, Cookie

quarta-feira, 30 de março de 2011

Os dois lados da mesma história

Todas as histórias entre seres humanos têm pelo menos duas versões… que podem ser completamente diferentes. Durante um bom tempo dediquei-me a pensar sobre isto, quando tentava fazer o diagnóstico do fim do meu casamento, queria perceber qual a parte da culpa que tinha sido minha. Durante um bom tempo lamentei que o meu ex-marido não tivesse feito o mesmo que eu, não tivesse exposto os seus motivos ou as suas queixas. Sei que também falhei, mas gostava de ter noção de a que ponto isso aconteceu. Apenas com um objetivo… aprender, melhorar. É muito fácil atirar as culpas para a outra parte, acharmos que somos uns santinhos injustiçados, e "lavarmos as nossas mãos". O que é que se ganha com isso? Nada… quanto muito aumenta-se o ressentimento. Raramente há apenas um culpado… e percebermos até que ponto também nós contribuimos para um desfecho menos desejado só nos faz crescer, evoluir enquanto pessoas, retirar aprendizagens para o futuro. Até sempre, Cookie

terça-feira, 29 de março de 2011

R.

Ontem o meu coração já estava apertado... E quando ela decide pegar numa folha, para fazer um esquema, dividido em colunas, a do pai e a da mãe, com os dias da semana em que devia ficar com cada um dos dois, deixou-me a fazer força para conseguir segurar as lágrimas que teimavam em querer sair. A forma tão natural como ela assume e faz as coisas, em relação à separação dos pais... é simplesmente desarmante.


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 24 de março de 2011

I do - Colbie Caillat

It's always been about me myself and I
I thought relationships were nothing but a waste of time
I never wanted to be anybody's other half
I was happy saying that our love wouldn't last
That was the only way
I knew 'till I met you

You make me wanna say I do, I do, I do,
Do do do do do do doo
Yeah, I do, I do, I do,
Do do do do do do doo

Cause every time before spend like
Maybe yes and maybe no
I can live without it,
I can let it go
Ooh, what did I get myself into

You make me wanna say I do,
I do, I do, I do, I do, I do

Tell me is it only me
Do you feel the same?
You know me well enough to know
That I'm not playing games
I promise
I won't turn around and
I won't let you down
You can trust
I never felt it like
I feel it now
Baby there's nothing,
There's nothing
We can't get through

So can we say I do,
I do, I do, do do do do do do doo
Oh baby, I do, I do, I do,
Do do do do do do doo

Cause every time before spend like
Maybe yes and maybe no
I won't live without it,
I won't let it go
Wooh can I get myself into

You make me wanna say
Me a family, a house a family
Ooh, can we be a family?
And when I'm many years old and sitting next to you
And we'll remember when we said

I do, I do, I do, do do do do do do doo
Oh baby, I do, I do, I do, do do do do do do doo

Cause every time before spend like
Maybe yes and maybe no
I won't live without it,
I won't let us go
Just look at what we got ourselves into

You make me wanna say I do, I do, I do, I do, I do, I do
Love you


Já com cheirinho a Verão e muito alusiva ao nosso momento pessoal :-)
J., I do love you!

Até sempre,
Cookie

Sobre a demissão do PM... e o PEC doméstico

Dizia ontem à noite um comentador na TSF: "Estavam todos a um passo do abismo. Uniram as mãos e deram o passo em frente."
E lá vamos nós. (Em queda livre?!?!??) Não sei o que virá por aí, mas não me parece que seja nada de bom. Mas e daí, se a noite de ontem não tivesse acontecido, e o PM não se tivesse demitido, as minhas expetativas em relação ao futuro também já não eram as melhores... Acho que aconteceu o inevitável.
Sendo assim, lá em casa já vamos no 2º PEC. A minha filha já sabe bem o que são medidas de austeridade.
Primeiro foram as viagens para o trabalho partilhadas e o almoço que passou a ser trazido de casa. Agora os jantares fora foram limitados ao máximo de 1 vez por semana, e controlam-se o mais possível as contas do supermercado, bem como as despesas com a eletricidade. Férias fora, este ano só uma vez (e por um motivo especial). Quanto às despesas galopantes com o combustível, não há mesmo nada a fazer. Só deitar as mãos à cabeça de cada vez que se vai à bomba abastecer.
E sim, tenho plena consciência de que sou uma privilegiada... Tenho um trabalho estável, e os rendimentos, apesar de terem diminuido, são adequados face aos encargos. Mas estou receosa, preocupada... e consciente de que se avizinham tempos dificeis para o país, e das fortes implicações que isso terá no meu dia-a-dia...
Até sempre,
Cookie

terça-feira, 22 de março de 2011

Adoro..

... fazer do teu ombro a minha almofada!!!
:-)))
Até sempre,
Cookie

quinta-feira, 17 de março de 2011

Pai

Lembro-me dos teus abraços. Lembro-me que voltava a ser menina pequenina, envolvida nos teus braços magros e compridos. Lembro-me de sentir que podia contar contigo para tudo o que fosse preciso. Lembro-me que em miuda costumava dizer que tu e o avô eram as pessoas de quem mais gostava no mundo.
Lembro-me do dia em que fiz 18 anos, em que me acompanhaste ao Porto para consultar os resultados do acesso à faculdade, e do abraço apertado que me deste quando vimos que tinha conseguido entrar na minha primeira opção. Lembro-me do ar orgulhoso com que me foste levar ao aeroporto no meu primeiro dia de trabalho. Lembro-me do dia em que, por acaso, me acompanhaste à faculdade e tinham saído notas de uma cadeira, e de tu andares para cima e para baixo na pauta até chegares à conclusão que eu tinha tirado a melhor nota... Grande pontaria a minha, era raro tu ires à faculdade e deve ter sido das únicas vezes em que isso aconteceu... Lembro-me de um dia em que o L. nos levou, a mim e à S., a sair para a queima das fitas, e de lhe dizeres "tem cuidado que levas aí os meus dois tesouros". Lembro-me da nossa fotografia trajadas, que guardavas no teu gabinete no trabalho. Imagino o brilho nos teus olhos quando a mostravas, nas ocasiões oportunas, aos teus clientes. Lembro-me de que quando acabei o curso não tive coragem de te pedir para não alterares a designação dos meus cartões do banco para "Dra", apesar de não ligar nada a isso, por saber que era com uma enorme vaidade que o fazias. Lembro-me do ar cansado e dos olhos vermelhos que tinhas quando chegavas à noite a casa, no final do trabalho, e de pensar que não queria no futuro ter a tua vida... Realmente o destino prega-nos cada partida...
Lembro-me de estar de férias uma vez em que foste operado e de ser a tua "enfermeira". Lembro-me de percorrermos o corredor enorme de lá de casa, tu apoiado em mim, e de como me sentia adulta e responsável, como era bom para mim ser-te útil. Lembro-me de quando estiveste a trabalhar fora de casa, e de passar semanas contigo quando estava de férias. Ficavamos só os dois no apartamento que ocupavas, e eu tinha-te só para mim. Era maravilhoso. Lembro-me de sentir que me começavas a levar a sério, e de ter conversas de adultos contigo. Sabia que eu e a S. iriamos ser sempre as tuas meninas, mas era tão bom sentir que começavas a procurar as minhas opiniões e conselhos.
Lembro-me de te ver doente, muito doente, deitado na cama cheio de dores, e do pânico que senti por me ter ocorrido, pela primeira vez, que um dia poderia ficar sem ti.
Lembro-me das "judiarias" que faziamos ao fim das manhãs de fim de semana, quando a mãe chamava para o almoço, e quem se levantasse primeiro ía descobrir os outros e abrir as janelas do quarto. Lembro-me do divertimento que enchia os teus olhos quando o fazias. Lembro-me de chamarmos à mãe "capitão", e de às vezes lhe fazermos continência na brincadeira. Lembro-me de brincares com a "trombinha" da S. ao acordar, de andares atrás dela a perguntar "já soltaste a burrinha?".
Lembro-me da canção que tu e a mãe cantavam em dueto nas viagens para férias, e de como gostavamos de ouvir as vossas vozes entoadas em conjunto. Era sempre um momento alto no trajeto. Lembro-me dos jogos de palavras que faziamos nessas alturas para ocupar o tempo.
Lembro-me que nunca me bateste, e que bastava um olhar mais frio teu para eu já nem sequer saber onde é que havia de me meter. Tenho consciência de que na nossa familia a mãe é que teve o papel mais dificil, mas para mim serás sempre um exemplo da forma como gostava de educar a minha filha. Porque sabíamos que tinhas um orgulho enorme em nós, e por isso fazíamos sempre o que estava ao nosso alcance para não te desiludirmos. Não precisavas de falar mais alto, não precisavas de bater... impunhas a tua autoridade apenas com um olhar.
Lembro-me que não escondias a vontade que sentias de ter um neto, e de dizeres todo contente que depois ías dar grandes passeios com ele de carro. Infelizmente não chegaste a ter essa oportunidade. Mas lembro-me também de teres "pedido emprestado" o neto do teu primo, de guardares uma fotografia dele, e de andares sempre a trocar os pontos do cartão Galp por carrinhos para lhe dares.
Lembro-me com muita ternura que o primeiro presente que deste à tua primeira filha (eu) foi o comboio elétrico que gostarias de ter tido em criança e que os teus pais nunca te poderiam ter comprado. Ainda hoje está guardado em casa da mãe.
Lembro-me de te dar o braço, orgulhosa, para entrar na igreja no dia do meu casamento, e do teu ar circunspeto e concentrado. Lembro-me de te ter dito qualquer coisa, e de tu me pedires para não falar contigo. Estavas mais nervoso que eu...
Lembro-me que costumavas dizer, com alguma ironia e amargura, que "de imprescindíveis está o cemitério cheio", e de pensar que eu tinha os meus, aqueles que não conseguia sequer imaginar a minha vida sem eles. Acho que tinhas razão. Aprendi-o do modo mais duro.
Lembro-me de tantas coisas, que poderia escrever um livro só com memórias. Às vezes fico triste quando penso que já não me lembro bem como soava a tua voz. Mas sei que se a ouvisse, o meu coração iria disparar por a reconhecer de imediato.
A saudade dói menos quando a preenchemos com recordações, e é assim que tenho aliviado e alegrado a minha durante estes anos. Tive muita sorte. Tive comigo durante 25 anos o melhor pai do mundo. O melhor amigo e o melhor modelo. Lembro-me de me terem dito muitas vezes, depois da tua partida, que eu parecida contigo, e de como isso me aquecia o coração.
Lembro-me também da promessa que te fiz depois de te ter perdido. Prometi-te que apesar desse revés na minha vida eu iria conseguir ser feliz. E aproveito que se assinala em breve dia do Pai para te dizer que estou a cumprir a minha promessa. Sou feliz!!! Sei que para ti sempre foi o mais importante...

Até sempre, com muita saudade,
Cookie

terça-feira, 15 de março de 2011

A ver se nos entendemos...

... pois parece que a sequência dos dois últimos posts induziu interpretações erradas... que não posso deixar sem esclarecimento . O "ex" está lá no passado, feliz e contente. Temos uma relação que não é perfeita, mas quando a comparo com outros casos que conheço, posso considerá-la fantástica. Sei que se precisasse de alguma coisa poderia contar com ele, e penso que ele também sabe que pode contar comigo. Por não termos funcionado como casal, isso não quer dizer que não possamos ser bons amigos. Não significa que eu não possa admirar muitos aspetos da sua personalidade.
Mas seguimos rumos diferentes nas nossas vidas e hoje temos relações estáveis e felizes. O "you're still the one" é dedicado ao homem do meu presente, e do meu futuro, com quem sinto que também já vivi um passado intenso, cheio de percalços mas em que a nossa relação foi sempre saindo reforçada.
Querido J., a música é para ti...
Até sempre,
Cookie

domingo, 13 de março de 2011

Para ti... Still the One



Até sempre,
Cookie

quarta-feira, 9 de março de 2011

Frase do dia

Quanto mais conheço os "ex" dos outros, mais dou valor ao meu...
(e de que maneira)
Até sempre,
Cookie

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

E os miminhos noturnos???

Os bebés com sono costumam ficar mais chatinhos... ou irrequietos... ou birrentos...
Ele... dá abraços e beijinhos... cheio de sono, chama por um, chama por outro, parece que quer envolver todos ao mesmo tempo nos seus braços pequeninos.
Digam lá se não é a coisinha mais querida do mundo??? Não precisam de dizer... é mesmo :-)))
Ou não fosse eu a madrinha babada...
Adoro-te, querido R.
Até sempre,
Cookie

Mimia e Goga

Não são dois personagens de banda desenhada, não são nomes de artistas de circo...
Mimia significa madrinha, e Goga é o nome do J., pronunciados na deliciosa linguagem de bebé do meu afilhado R.
Confesso que gostei tanto que me sinto incentivada a não corrigir para continuar a ser a Mimia dele para sempre, do mesmo modo que a minha madrinha ainda hoje continua a ser a Lhilha :-) (beijinhos p/ ti, querida)
Adoro, adoro, adoro o falar de bebé. E que palrador q ele estava ontem... Que maravilha!
Até sempre,
Cookie