Lilypie Kids Birthday tickers

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O meu novo amor

O meu novo amor nasceu no dia 15 de Setembro (que ainda na ordem descobri que estatisticamente é o dia em que nascem mais bebés em Portugal), com 39 semanas de gestação e 2.880 grs e 47,5 cms. Correu tudo de forma tranquila, quer no parto, quer na ordem, e a minha recuperação está a ser bem mais rápida do que da primeira vez... o que faz com que às vezes quase me esqueça que fui submetida a uma intervenção cirúrgica.
O F. é um bebé muito diferente do que foi a irmã, o que faz com que estes primeiros dias estejam a ser de aprendizagem e conhecimento mútuo. Estou a adaptar-me ao meu filho e a esta nova vida, tão diferente e tão exigente nos primeiros tempos, em que o corpo ainda não recuperou e o cansaço anda em níveis extremos. Mas a parte boa compensa tudo, e quando olho para aquela carinha pequenina, para estas mãozinhas que aqui vos dou a conhecer, para este corpo tão pequeno e tão frágil, sinto-me uma mulher feliz e preenchida.
O meu segundo filho era um sonho, que cheguei a esquecer em tempos... e que agora se tornou realidade... e agora está aqui... na nossa casa... integrando e completando esta familia!!!

Até sempre (hoje especialmente orgulhoso e feliz),
Cookie

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Na reta final

39 semanas volvidas sobre o inicio desta grande aventura, o F continua com pouca vontade de vir cá para fora. Como o compreendo... isto cá pelo mundo real não anda propriamente fácil.
É tempo de fazer um balanço destes  9 meses, vividos com a intensidade própria das alturas especiais das nossas vidas. 8 anos depois da primeira gravidez, esta conseguiu ser ainda mais "de luxo", como a classificaram as próprias médicas. Ainda hoje, na maternidade, pude observar as dificuldades de locomoção e de desconforto com que se deparam muitas grávidas. Eu ainda agora não ando "à pinguim", sento-me normalmente e até consigo cruzar as pernas. Aliás, cá entre nós que ninguém nos ouve, num casamento que tivemos no passado Sábado, ainda me fartei de dançar até altas horas da noite...
Depois de ter deixado de trabalhar, consegui descansar e todos dizem que estou com bom aspeto. Sinto-me bem, praticamente sem dores e sem grandes incomodos para além da dificuldade em conseguir apertar as fivelas das sandálias.
O único problema, tal como da primeira vez, é mesmo o despoletar da última fase. Gostava de entrar normalmente em trabalho de parto, até porque me parece que apenas dessa forma é que teria possibilidades de ter um parto normal. Mas como disse, o F está bem dentro da barriguita e não me parece que isso aconteça tão cedo...

A ver vamos. E fica desde já prometido que logo que me seja possível, aqui virei para vos dar conta da grande noticia que a nossa familia espera para os próximos dias.

Até sempre,
Cookie

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Sobre o aumento da TSU

Bem que eu não queria falar sobre isto, mas realmente é um assunto que me tem ocupado bastante o pensamento, enquanto não começa a desocupar a carteira... Mas agora que estou a ouvir o Ministro das Finanças a falar, não consigo evitar o tema.

Apenas para dizer que quando os próprios empresários, supostamente a parte que é compensada e estimulada por esta medida (visto que as empresas vão reduzir a TSU paga em 5,5%) estão contra, apetece perguntar em que raio de estudos é que os nossos governantes se andam a basear (provavelmente pagos a peso de ouro) para pensarem em semelhante disparate. A redução da TSU nas empresas por si só até pode ser positiva, mas qualquer pessoa minimamente inteligente consegue perceber que as empresas vivem do poder de compra das pessoas. Ou seja, ao aumentar a taxa nos assalariados, reduz o poder de compra de parte significativa da população. Todos nós vamos consumir menos. Logo a faturação das empresas vai reduzir. E pergunto eu, o que terá mais impacto numa PME (o grosso do nosso tecido empresarial): uma redução de custos na ordem dos 500 /1.000 € mês, ou uma quebra de faturação na ordem dos 7%?

É uma cegueira tal que se apoderou desta gente, estes que aquando da queda do governo de Sócrates se insurgiam com todas as suas forças contra novas medidas de austeridade, que se esquecem que a economia precisa de estimulos. Todas estas medidas restritivas mais não fazem que reduzir o consumo e o investimento, e por inerência a receita fiscal. Por mais que se reduza a despesa (e aqui tenho dúvidas que esteja a ser feito um trabalho correto, acho que há muitos apoios, subvenções, subsídios que não fazem qualquer sentido quer na sua natureza quer no montante), se a receita fiscal continuar a derrapar não há consolidação orçamental possível.

Sempre me identifiquei com a direita e politicas de direita, mas sinceramente nos ultimos tempos sinto-me cada vez mais identificada com as medidas defendidas pelo BE e PC. E não sei se não seriam os unicos capazes de moralizar a classe politica, que vergonhosamente se tem mantido à margem da austeridade...

Até sempre,
Cookie

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Home alone

Pois que ainda não tinha aqui referido que depois de um falso alarme que me levou a passar uma manhã na maternidade a fazer exames, e de levar na cabeça de algumas das pessoas mais próximas, acabei por lhes dar razão e decidi parar de trabalhar, uns dias antes do previsto. Ao meu estado avançado de gravidez juntou-se o facto de apenas ter tido uma semana de férias, e todo o stress provocado pelo excesso de trabalho durante as férias do resto da equipa. Sentia-me extremamente cansada.
Entretanto tenho passado a semana com a minha companheirinha, aproveitando o tempo para repor o sono em falta e para convivermos as duas. Com os seus 8 anos, já é uma companhia maravilhosa. E por isso senti a casa tão vazia hoje quando o pai veio buscá-la. Há momentos (felizmente poucos) em que gostava de não ter que a partilhar, em que queria que ela fosse só minha. Felizmente o meu bom senso não demora muito a ganhar a luta contra o meu egoísmo... É bom para ela ser o mais próxima possível do pai, e eu só tenho a obrigação de fazer o que sempre fiz, tentar fazer tudo o que está ao meu alcance para fomentar a sua proximidade.
E entretanto, vou tentar descobrir o que fazer às horas que hoje sobram ao meu dia...

Até sempre,
Cookie

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Intenções para a licença de maternidade #8 e #9

Last but not least... e se calhar as coisas mais dificeis, mas mais importantes... Porque ajudam em tudo o resto...

#8 Cuidar de mim - neste periodo, por muitas vezes a mulher esquece-se dela. Sei que me esqueci de mim quando a R. nasceu. As noites são mal dormidas, a paciência é pouca, cuidar de um bebé é uma tarefa muito exigente e que rouba muito tempo, mesmo se o bebé for sossegado. Entre amamentação e fraldas passam-se muitas horas do dia. Eu gostava de conseguir cuidar de mim, e se possível fazer um pouco de exercicio, recuperar a forma fisica. A ver vamos se é possível…

#9 Relaxar e descontrair - acho que é o ponto mais importante desta lista. Não tenho dúvidas nenhumas que os bebés são verdadeiros recetores das emoções dos pais (sobretudo da mãe, que é com quem passam mais tempo). Se quero um bebé tranquilo tenho eu própria que estar tranquila. Sei que já passou muito tempo, e há coisas de que quase já não me lembro, mas vou acreditar que é como andar de bicicleta: há coisas que não se esquecem.

Até sempre,
Cookie