Lilypie Kids Birthday tickers

Lilypie Kids Birthday tickers

Lilypie First Birthday tickers

Lilypie First Birthday tickers

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Esqueci-me

Da covinha na bochecha esquerda, dos estalinhos com a boca, e de como gosta que lhe mude a fralda. Resumindo... Uma delícia :-)))

Agora estamos assim

2 mesinhos... muitos sorrisos, muito "aaaaaah", "eeeeeh", "agrrrrrr", muita mãozinha na boca, com um ruído de sucção que faria inveja à Maggie Simpson, noites que começam a ser dormidas até pelo menos às 6h da manhã (deixa-me bater na madeira :-))) ), muitos olhares atentos a quem o rodeia, cada vez menos birras...
E um amor e encantamento que cresce a cada dia que passa.
Se temos os nossos momentos mais complicados? Claro que temos... Apesar disso, felizmente posso dizer que o F. é um bebé tranquilo, com o qual podemos sair, passear, ir fazer compras, lanchar ou jantar que por norma não temos problemas. Mas claro que a única coisa que é certa com um bebé é que não se podem fazer muitos planos nem ter muitas expetativas... A ver vamos como é que vai crescendo o meu principezinho. E eu cá estarei para ir contando tudo, para quem me lê e para nossa memória futura... 

Até sempre,
Cookie

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

E se...


E se, durante a noite, nos ocorre uma forma de transformar fraquezas em forças, ameaças em oportunidades, isso será madrugada, alucinação, ou... uma boa ideia?!?!?!?
(tens coragem para tentar descobrir, Cookie Maria?)

Até sempre,
Cookie

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Excessos policiais

Fala-se hoje muito nos excessos cometidos pela polícia na carga contra os manifestantes que ontem aconteceu em frente à Assembleia da República. E eu concordo que as imagens são de facto muito fortes, é visivel a violência contra mulheres e pessoas de idade. Contudo, na sua esmagadora maioria essas pessoas sabiam muito bem onde estavam. Num local onde a violência estava a borbulhar, com imensas atitudes de destruição da propriedade pública e privada. Se estou num sitio onde estão a ser arremessados paralelos da calçada obviamente que sei que corro riscos, se não quero corrê-los tenho, à partida, a liberdade de me retirar.
A mim o que me choca não é a violência da carga policial, mas os excessos cometidos pela população, a destruição provocada sobre a propriedade pública e privada. Compreendo o descontentamento, compreendo a indignação, compreendo que as pessoas se manifestem no sentido de tentar mudar alguma coisa ou melhorar a situação pessoal de cada um... Aliás não só compreendo como também os sinto. Não compreendo a destruição. Por me faltar dinheiro no bolso não tenho vontade de destruir a calçada, de incendiar ecopontos, de partir montrar de lojas, de vandalizar automóveis de pessoas que tiveram o azar de deixar por ali os carros. No limite acabará por me voltar a sair do bolso a despesa provocada por estes estragos...
E preocupa-me imenso pensar que este país se está cada vez mais a transformar num barril de pólvora.

Até sempre,
Cookie

terça-feira, 13 de novembro de 2012

To bimby or not to bimby

(ou de como eu também sou capaz de dar o braço a torcer)

Desde que ouvi falar em tal coisa que me considero bimby-cética (ou céptica, que isto com o novo acordo ortográfico há sempre dúvidas). Para mim a bimby era coisa de quem não sabia cozinhar. Mas desde que percebi que os cozinheiros do Top Chef a utilizam para muitas coisas, que admito que o meu ceticismo se transformou em curiosidade.
Mas como entretanto percebi que a Bimby custa quase 1.000 €, tal investimento fica claramente num lugar com pouca prioridade da minha lista para o próximo ano... A seguir à mobília do quarto do bebé, à mobília para o terraço que gostavamos de comprar, às obras que temos que fazer cá em casa para a tornar segura para quando o F. começar a andar, à mala para o carro que vai ser preciso comprar para quando quisermos ir de férias... e tantas outras pequenas coisas. Mas a curiosidade mantém-se.
Por isso, se alguém me quiser oferecer uma bimby para o Natal... estejam à vontade... eheheheh.

Até sempre,
Cookie

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Nós

Lembro-me de há uns anos, em conversa com uma amiga, que já tinha dois filhos na altura (eu ainda não tinha a R) ela me dizer: "Há pessoas que decidem ter um filho para tentar salvar um casamento. Mas enganam-se, porque um filho é das coisas que mais coloca um casal à prova."
Sempre pensei muito nisto, e para mim sempre fez todo o sentido. Aliás tenho noção, e acho que já escrevi isso por aqui, que não tendo sido o motivo para o fim do meu primeiro casamento, a nossa filha veio "colocar a nu" todas as fragilidades da nossa união. Tudo aquilo que antes dava para ir disfarçando, até para nós mesmos, nessa altura veio à tona.
Com o J. o contexto era diferente. Já tinhamos as nossas meninas, já tinhamos passado por muitas situações relacionadas com elas que a maior parte dos recém-casais não passa, e sempre tivemos noção, desde o primeiro dia da nossa relação, que eu não sou a prioridade nº 1 dele e ele não é a minha, porque as meninas estão em primeiro lugar. Mas não deixava de estar apreensiva, sobre o que aconteceria à nossa relação perante o impacto brutal de ter um filho.
E é certo que a nossa relação mudou... imenso. Desde logo porque as rotinas diárias estão completamente diferentes, costumavamos ir juntos para o trabalho, regressavamos juntos, tudo o que houvesse para fazer depois do trabalho faziamos em conjunto. E adoravamos que assim fosse. E depois porque um bebé é realmente muito absorvente, pelo que o tempo que estamos juntos acaba por ser muito concentrado nele.
O nosso amor mudou, ou antes, evoluiu. Estamos bem. Não há tensão entre nós, apenas o cansaço que por vezes se sobrepõe ao carinho. O nosso amor tornou-se mais sereno, mais tranquilo. Continuo a ver nele o meu "namoradinho" e continuamos a ter os nossos momentos especiais, simplesmente (como é normal) são menos frequentes. Continuamos a rir um com o outro.
Estou tranquila. O amor mudou, mas não diminuiu, nem um bocadinho. Aliás, fico feliz por poder continuar a dizer-lhe: "amo-te, hoje mais do que ontem e menos do que amanhã"

Até sempre,
Cookie

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Mergulho no caos

Depois de muitos dias a evitar, lá acabei por me decidir a envolver-me na missão (quase) impossível que é organizar o quarto dos brinquedos das pirulitas, que já não era arrumado (ao pormenor, por um adulto)desde que nos mudámos para esta casa (há mais de um ano, portanto).
Naquela divisão da casa sou assolada pela sensação de que tudo é possível. Já encontrei chinelos de quarto, óculos escuros e carregadores de telemóvel, entre outras coisas, nos caixotes dos brinquedos. Já dei um raspanete à pirulita e vou também falar com a filha do J., sobre estas arrumações tipo "furacão", em que simplesmente se deita tudo o que está no chão para dentro de uma caixa, sem um minimo de organização.
O que mais me incomoda são os brinquedos carissimos com peças por todo o lado, o que torna praticamente impossível voltar a brincar com eles, pelo menos na forma em que foram concebidos. Já avisei a R. que se as arrumações continuarem a ser assim, não contem com nenhum brinquedo, pelo menos dos que têm peças pequenas, para este Natal.
Entretanto, lá vou eu para a "selva" novamente. Desejem-me sorte. Se eu não der noticias na próxima semana, por favor contatem as autoridades competentes :-)

Até sempre,
Cookie

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Tu...

... fazes-me tanta falta... Hoje, como há 11 anos atrás...

Tenho tantas saudades tuas, querido pai...

Aquele (dos nossos, bem doce e apertado) abraço,
M.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

As primeiras "habilidades"

Se há coisas que não se esquecem, uma delas é o primeiro sorriso que sentimos que nos é dirigido mesmo a nós. Aconteceu há cerca de 2 semanas e desde aí têm-se sucedido. Não há nada mais autêntico e verdadeiro que o sorriso de um recém nascido, e talvez por isso tenha um efeito mágico como retemperador de energias. Compensa todo o cansaço, todas as horas perdidas de sono, todos os momentos em que se sucedem as birrinhas ou as crises de choro e ficamos meio desorientados sem saber o que fazer.
Agora o F está a começar a querer palrar, a explorar os sons. É maravilhoso ouvi-lo, responder-lhe e acompanhar todas as suas reações. Costumo dizer que quem tem um filho recém nascido não precisa de televisão... E nestes últimos dias isso tem sido cada vez mais evidente. E é apaixonante...

Até sempre,
Cookie