Lilypie Kids Birthday tickers

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Lilypie First Birthday tickers

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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Sou uma mãe orientadora!

Estou a ler um livro muito interessante que me recomendaram, chamado "A inteligência emocional na educação". A minha costela (infelizmente pouco explorada) de psicóloga sempre se interessou pelo tema da inteligência emocional. Acho importante a inteligência em si (medida tradicionalmente pelo QI), mas a verdade é que o controlo das emoções - a inteligência emocional, pode ser ainda mais relevante. Sobretudo no mundo de correrias, pressões e solicitações diversas em que vivemos.
Este livro defende que é possível aos pais dar um tipo de educação aos seus filhos que lhes permita ser mais "inteligentes emocionalmente".
Classifica os pais em 4 tipos:
  • os pais ausentes, que não atribuem grande importância às emoções da criança;
  • os pais castradores, que criticam a manifestação de sentimentos negativos por parte dos filhos;
  • os pais permissivos, que aceitam as emoções das crianças e sentem empatia com elas, mas não lhes dão qualquer orientação nem estabelecem limites em relação aos seus comportamentos;
  • e os pais orientadores. Estes últimos são os que dotam a criança de melhores "armas" para fazer face às emoções. Consciencializam-se da emoção da criança, entendendo essa emoção como uma oportunidade para a intimidade e aprendizagem; ouvem com empatia e validam os sentimentos da criança; ajudam-a a encontrar as palavras certas para definir a emoção que está a sentir; e estabelecem limites enquanto vão procurando estratégias para resolver o problema em causa. Segundo o livro, os filhos de pais orientadores aprendem a confiar nos seus sentimentos, a controlar as suas emoções e a resolver os problemas. Têm uma auto-estima elevada, uma boa capacidade de aprendizagem e dão-se bem com as outras crianças.

A dada altura convida os leitores a fazer um teste, com 81 perguntas, destinado a classificar o respectivo estilo enquanto educador. O meu resultado mais forte foi o de "mãe orientadora", apesar de ter também alguma tendência para a permissividade.
Fiquei contente com o resultado, mas ainda tenho tanto que aprender... É dificil conseguir corresponder da forma adequada às emoções de uma criança quando nós próprios não somos um grande exemplo no controlo das emoções (reconheço que sou uma mulher de "pavio curto"), quando se chega cansado a casa no fim de um dia dificil de trabalho, quando se é só uma pessoa a assumir o papel de educadora, e quando essas emoções se manifestam através de birras aparentemente incontrolável e surgidas sabe-se lá de onde...
Enfim, vou fazendo o melhor que posso, e com esta leitura de cabeceira, pretendo aprender a fazer melhor!

Vou deixando por aqui algumas dicas (para partilhar e para relembrar no futuro)!

Até sempre,
C&C

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Em clima de tempestade...

Hoje na minha cabeça vai uma tempestade como a da foto acima...
Porque é que é tudo tão complicado?
Numa relação, por exemplo... Devia ser tão simples: eu gosto de ti, tu gostas de mim - vamos ser felizes para sempre! Como num conto de fadas...
Estou cansada...
Até sempre,
C&C

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Bubbly - Colbie Callait

Vivo um presente agitado e cheio de afazeres, mas mesmo assim, recolho por aí os mais diversos sinais que me fazem recordar-te... Uma imagem, um som, um gesto... a letra de uma música.
Hoje, quando saia de junto de ti e voltava para casa, já com saudades e pensando,com o cepticismo que nos últimos tempos se tem apoderado de mim, se estaria realmente próximo o tempo em que as nossas despedidas se tornariam excepção e não regra, encontrei-te na letra desta musica...
Para ti, querido D. ...
I've been awake for a while now
you've got me feelin like a child now
cause every time i see your bubbly face
i get the tinglies in a silly place


It starts in my toes
and I crinkle my nose
where ever it goes i always know
that you make me smile
please stay for a while now
just take your time
where ever you go


The rain is fallin on my window pane
but we are hidin in a safer place
under the covers stayin safe and warm
you give me feelins that i adore


It starts in my toes
makes me crinkle my nose
where ever it goes
i always know
that you make me smile
please stay for a while now
just take your time
where ever you go


What am i gonna say
when you make me feel this way
I just........mmmmmmmmmmm


It starts in my toes
makes me crinkle my nose
where ever it goes
i always know
that you make me smile
please stay for a while now
just take your time
where ever you go


I’ve been asleep for a while now
You tucked me in just like a child now
Cause every time you hold me in your arms
Im comfortable enough to feel your warmth


It starts in my soul
And I lose all control
When you kiss my nose
The feelin shows
Cause you make me smile
Baby just take your time
Holdin me tight

Where ever, where ever, where ever you go
Where ever, where ever, where ever you go…..

Até sempre,
C&C

sábado, 16 de fevereiro de 2008

S. Valentim adiado...

Pelo segundo ano eu e o D. preparavamo-nos para fugir à tradição e comemorar o dia de S. Valentim no dia 15 de Fevereiro. No ano passado fomos forçados a assinalar a data nesse dia e gostamos tanto que desde logo decidimos que essa seria a nossa tradição de casal... Conseguíamos desta forma assinalar a data, mas fugir das confusões, das filas intermináveis nos restaurantes que acabam por retirar à data qualquer restea de romantismo à ocasião, e da pirosice implicita no dia. No dia 15 em qualquer restaurante o ambiente é muito mais intimista e propicio ao romance.
Este ano, coube-me a mim a escolha do local (segredo até à hora do jantar) e sem grandes duvidas tinha seleccionado um restaurante que já algumas pessoas me tinham recomendado, como tendo exactamente o ambiente que procurava. Seria uma novidade também para mim.
No entanto, o D. passou mal todo o dia 15, por acaso almoçamos juntos, mas ele almoçou apenas chá e pão sem nada. Logo na altura desmarquei o restaurante para o jantar.
Enfim, há que saber lidar com os imprevistos... e foi isso que aconteceu... o jantar fica assim adiado para outra altura.
Quanto aos presentes (que a troca dos presentes não poderia nunca e por motivo algum ser adiada) registo o facto de que precisei de esperar 30 anos da minha vida para encontrar uma pessoa que tem sempre a capacidade de me surpreender. Sempre tive uma capacidade irritante de descobrir antecipadamente o que me íam oferecer... Com o D. isso nunca acontece... Mesmo quando ele pegou no saco dos presentes, eu pensei: "será que ele me comprou uma impressora?"... Nada disso... Como sempre, adorei os presentes!

Até sempre,

C&C


Livros - A soma dos dias

Mais um bom livro desta escritora, uma das minhas eleitas, no qual retoma as suas memórias, a partir da vivência do seu luto pela morte da sua filha Paula. Um livro que lhe escreve, uma forma de lhe ir contando o que vinha acontecendo com a sua "pequena tribo", como Isabel lhe chama.
O livro "Paula" foi um dos poucos de Isabel Allende que não li, e cuja curiosidade em ler me me foi agora suscitada. Será no entanto uma leitura a guardar para uma altura em que esteja com o estado de espirito em alta, imagino que seja uma leitura muito dura, principalmente para ser lido por quem, como eu, sabe bem o que é perder um dos pilares fundamentais da nossa vida.
A minha irmã escreveu um comentário ao ultimo post que escrevi sobre livros, em que referia que sentia que no livro "A soma dos dias", a partir de uma certa altura parecia não haver um fio condutor na história. Não concordo, o fio condutor que aqui se encontra é o da vida de alguém, nas suas multiplas vertentes. A nossa vida não é feita de apenas uma história, mas de histórias, muitas vezes até as histórias mais marcantes daqueles com quem nos vamos cruzando.
Bela também a imagem que Isabel traça da relação que acabou por encontrar com Willie, o seu marido e companheiro, que encontrou após muitos desencontros. O relato de um amor que a soma dos dias tornou inquestionável...
Pontuação para o livro: 4 valores!
Até sempre,
C&C

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Tanta inocência...

Ontem fui comprar os presentes de S. Valentim para o D., acompanhada da R. e da minha irmã. Quando estavamos a sair do shopping, o D. ligou p/ ir ter connosco, e fomos dar um passeio, aproveitando o lindo dia de sol. E eis que percebi que existe uma complexa relação entre crianças e surpresas...

Conversa no carro:
R. para o D. - O que tazeste para a minha mãe?
S. para a R. - R., não podes dizer ao D. nada do que fomos comprar...
R. para o D. (sem dar tempo a que alguém o pudesse evitar) - A minha mãe comprou-te um livro!
(no comments... vá lá que ninguém lhe disse o título e ela ainda não sabe ler)

Mais tarde, tento explicar à R. o conceito de surpresa.
Resposta dela, como se fosse a coisa mais natural do mundo: "Mas mamã, eu não lhe disse que compraste um(a) jdhfweuiroew"
(D., não pensaste que me ía descair, pois não? Tenho que ter os meus trunfos na manga!!! Ahahahah!)

Moral da história: Se se quer fazer uma surpresa, deve-se colocar a criança o mais distante possível da mesma!

Até sempre,
C&C

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Operação: Limpeza


Porque nem só de rosas é feita uma mudança, a muito custo, mas com determinação, lá me muni de balde e esfregona para integrar a temerária equipa semi-profissional que efectuou a primeira limpeza ao apartamento novo... É realmente uma tarefa que dispenso, não fui talhada para as lides domésticas. Mas reconheço que no final foi óptimo ver o produto do nosso esforço!
O pior é que me começa a doer tudo, desde as pontas dos dedos das mãos às pernas... além disso, consegui fazer várias nódoas negras...
Mas no final da limpeza ainda consegui arranjar energia para ir encomendar os electrodomésticos, e de forma um pouco inesperada, acabei por mandar vir também a mobilia para o quarto da R. ... a divisão que até ao momento estava mais complicada em termos de escolha....

Dito isto, e em face das contas para pagar que parecem nascer por todos os lados, suspeito que até à mudança, a principal operação limpeza vai ser à minha carteira... e às poupancinhas...

Até sempre (dorido)
C&C

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Com a cabeça nas nuvens...

Admito... a minha produtividade laboral não tem sido grande...
Há tantas coisas a tratar, a nível pessoal, que a concentração para o trabalho tem sofrido um bocado... mas lá me vou esforçando.
Neste momento estou a ver o meu sonho da casa nova a materializar-se, mas tornar esse sonho realidade implica uma série de tarefas (desde o crédito, à instalação da luz, do gás,a escolha de mobilias). Enfim, tudo o que preciso para a transformar num lar.

Há dias brincava com o D., dizendo que uma das principais diferenças que tinhamos era na forma como lidavamos com o facto de termos coisas para tratar. O D. vive descontraídamente com isso, se não tratar hoje, trata amanhã, ou para o mês que vem... Já eu, enquanto não tenho tudo resolvido não tenho descanso, fico stressada, agitada e aérea. Não consigo desligar.

É verdade que podia viver esta fase com mais tranquilidade, mas talvez também não esteja a conseguir fazê-lo porque estive à espera muito tempo... Tempo demais!
Mas finalmente posso ir tratando de tudo, e este stress, apesar de ser um pouco desgastante, é positivo! Estou feliz! Mas também ansiosa por finalmente ter tudo tratado, estar confortávelmente instalada no meu novo apartamento, com a minha filha...

Até sempre,
(vou comprar toalhas e lençóis :-)))
C&C