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Mostrando postagens de Fevereiro, 2008

Sou uma mãe orientadora!

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Estou a ler um livro muito interessante que me recomendaram, chamado "A inteligência emocional na educação". A minha costela (infelizmente pouco explorada) de psicóloga sempre se interessou pelo tema da inteligência emocional. Acho importante a inteligência em si (medida tradicionalmente pelo QI), mas a verdade é que o controlo das emoções - a inteligência emocional, pode ser ainda mais relevante. Sobretudo no mundo de correrias, pressões e solicitações diversas em que vivemos.
Este livro defende que é possível aos pais dar um tipo de educação aos seus filhos que lhes permita ser mais "inteligentes emocionalmente". Classifica os pais em 4 tipos: os pais ausentes, que não atribuem grande importância às emoções da criança; os pais castradores, que criticam a manifestação de sentimentos negativos por parte dos filhos; os pais permissivos, que aceitam as emoções das crianças e sentem empatia com elas, mas não lhes dão qualquer orientação nem estabelecem limites em relaç…

Em clima de tempestade...

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Hoje na minha cabeça vai uma tempestade como a da foto acima... Porque é que é tudo tão complicado? Numa relação, por exemplo... Devia ser tão simples: eu gosto de ti, tu gostas de mim - vamos ser felizes para sempre! Como num conto de fadas... Estou cansada... Até sempre, C&C

Bubbly - Colbie Callait

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Vivo um presente agitado e cheio de afazeres, mas mesmo assim, recolho por aí os mais diversos sinais que me fazem recordar-te... Uma imagem, um som, um gesto... a letra de uma música. Hoje, quando saia de junto de ti e voltava para casa, já com saudades e pensando,com o cepticismo que nos últimos tempos se tem apoderado de mim, se estaria realmente próximo o tempo em que as nossas despedidas se tornariam excepção e não regra, encontrei-te na letra desta musica... Para ti, querido D. ... I've been awake for a while now
you've got me feelin like a child now
cause every time i see your bubbly face
i get the tinglies in a silly place


It starts in my toes
and I crinkle my nose
where ever it goes i always know
that you make me smile
please stay for a while now
just take your time
where ever you go


The rain is fallin on my window pane
but we are hidin in a safer place
under the covers stayin safe and warm
you give me feelins that i adore


It starts in my toes
makes me crinkle my nose
where ever it goes
i…

S. Valentim adiado...

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Pelo segundo ano eu e o D. preparavamo-nos para fugir à tradição e comemorar o dia de S. Valentim no dia 15 de Fevereiro. No ano passado fomos forçados a assinalar a data nesse dia e gostamos tanto que desde logo decidimos que essa seria a nossa tradição de casal... Conseguíamos desta forma assinalar a data, mas fugir das confusões, das filas intermináveis nos restaurantes que acabam por retirar à data qualquer restea de romantismo à ocasião, e da pirosice implicita no dia. No dia 15 em qualquer restaurante o ambiente é muito mais intimista e propicio ao romance. Este ano, coube-me a mim a escolha do local (segredo até à hora do jantar) e sem grandes duvidas tinha seleccionado um restaurante que já algumas pessoas me tinham recomendado, como tendo exactamente o ambiente que procurava. Seria uma novidade também para mim. No entanto, o D. passou mal todo o dia 15, por acaso almoçamos juntos, mas ele almoçou apenas chá e pão sem nada. Logo na altura desmarquei o restaurante para o jantar. E…

Livros - A soma dos dias

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Mais um bom livro desta escritora, uma das minhas eleitas, no qual retoma as suas memórias, a partir da vivência do seu luto pela morte da sua filha Paula. Um livro que lhe escreve, uma forma de lhe ir contando o que vinha acontecendo com a sua "pequena tribo", como Isabel lhe chama. O livro "Paula" foi um dos poucos de Isabel Allende que não li, e cuja curiosidade em ler me me foi agora suscitada. Será no entanto uma leitura a guardar para uma altura em que esteja com o estado de espirito em alta, imagino que seja uma leitura muito dura, principalmente para ser lido por quem, como eu, sabe bem o que é perder um dos pilares fundamentais da nossa vida. A minha irmã escreveu um comentário ao ultimo post que escrevi sobre livros, em que referia que sentia que no livro "A soma dos dias", a partir de uma certa altura parecia não haver um fio condutor na história. Não concordo, o fio condutor que aqui se encontra é o da vida de alguém, nas suas multiplas vertente…

Tanta inocência...

Ontem fui comprar os presentes de S. Valentim para o D., acompanhada da R. e da minha irmã. Quando estavamos a sair do shopping, o D. ligou p/ ir ter connosco, e fomos dar um passeio, aproveitando o lindo dia de sol. E eis que percebi que existe uma complexa relação entre crianças e surpresas...

Conversa no carro:
R. para o D. - O que tazeste para a minha mãe?
S. para a R. - R., não podes dizer ao D. nada do que fomos comprar...
R. para o D. (sem dar tempo a que alguém o pudesse evitar) - A minha mãe comprou-te um livro!
(no comments... vá lá que ninguém lhe disse o título e ela ainda não sabe ler)

Mais tarde, tento explicar à R. o conceito de surpresa.
Resposta dela, como se fosse a coisa mais natural do mundo: "Mas mamã, eu não lhe disse que compraste um(a) jdhfweuiroew"
(D., não pensaste que me ía descair, pois não? Tenho que ter os meus trunfos na manga!!! Ahahahah!)

Moral da história: Se se quer fazer uma surpresa, deve-se colocar a criança o mais distante possível da mesma!

Até …

Operação: Limpeza

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Porque nem só de rosas é feita uma mudança, a muito custo, mas com determinação, lá me muni de balde e esfregona para integrar a temerária equipa semi-profissional que efectuou a primeira limpeza ao apartamento novo... É realmente uma tarefa que dispenso, não fui talhada para as lides domésticas. Mas reconheço que no final foi óptimo ver o produto do nosso esforço! O pior é que me começa a doer tudo, desde as pontas dos dedos das mãos às pernas... além disso, consegui fazer várias nódoas negras... Mas no final da limpeza ainda consegui arranjar energia para ir encomendar os electrodomésticos, e de forma um pouco inesperada, acabei por mandar vir também a mobilia para o quarto da R. ... a divisão que até ao momento estava mais complicada em termos de escolha....
Dito isto, e em face das contas para pagar que parecem nascer por todos os lados, suspeito que até à mudança, a principal operação limpeza vai ser à minha carteira... e às poupancinhas...
Até sempre (dorido) C&C

Com a cabeça nas nuvens...

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Admito... a minha produtividade laboral não tem sido grande... Há tantas coisas a tratar, a nível pessoal, que a concentração para o trabalho tem sofrido um bocado... mas lá me vou esforçando. Neste momento estou a ver o meu sonho da casa nova a materializar-se, mas tornar esse sonho realidade implica uma série de tarefas (desde o crédito, à instalação da luz, do gás,a escolha de mobilias). Enfim, tudo o que preciso para a transformar num lar.
Há dias brincava com o D., dizendo que uma das principais diferenças que tinhamos era na forma como lidavamos com o facto de termos coisas para tratar. O D. vive descontraídamente com isso, se não tratar hoje, trata amanhã, ou para o mês que vem... Já eu, enquanto não tenho tudo resolvido não tenho descanso, fico stressada, agitada e aérea. Não consigo desligar.
É verdade que podia viver esta fase com mais tranquilidade, mas talvez também não esteja a conseguir fazê-lo porque estive à espera muito tempo... Tempo demais! Mas finalmente posso ir trata…