Lilypie Kids Birthday tickers

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Lilypie First Birthday tickers

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quinta-feira, 31 de março de 2011

As pequenas coisas

Ele fica encantado por verificar que eu o valorizo nas pequenas coisas. E pergunto-me: como poderia não o fazer?

Ele acha que eu estou cansada e insiste em ir sózinho às compras… Ele vai sempre abrir-me a porta da garagem, mesmo quando não saímos no mesmo carro… Ele arruma o meu casaco, que tenho por (mau) hábito atirar para cima da cama quando chego a casa… Ele seca o cabelo à minha filha enquanto eu preparo o jantar… Ele ajuda-me, sem ter obrigação nenhuma, na educação dela… Sabe ser o amigo crescido que a enche de mimos, mas também tem um jeito enorme para a fazer cumprir as regras… Ele abastece o meu carro de combustível, e vai pagar ao posto… Ele tem assinalado todos os meses de namoro com um presente ou uma surpresa… Ele está sempre atento ao que eu gosto ou não gosto, e já me conhece como ninguém… Ele colabora em todas as tarefas domésticas e nunca reclama… de nada… Ele só não sabe cozinhar, mas está sempre a dizer que ainda vai aprender e que um dia eu vou ter uma grande surpresa… Ele está sempre a elogiar-me e a comentar a sorte que teve por eu o ter deixado entrar na minha vida. E eu pergunto-me: então e eu? Poderia ter tido mais sorte do que a que tive? E como poderia não lhe dar o devido valor? Como poderia às vezes não ficar comovida, quando ele me trata tão bem? Estou sempre a dizer-lhe, com tanto mimo, qualquer dia "estragas-me"… Uma relação é feita de tanta coisa… Não só de sentimentos, de cumplicidade, de respeito, mas também do saber que a pessoa que está connosco estará presente para nos apoiar em tudo. Que sorrirá connosco nos bons momentos, mas que nos maus será a primeira a aparecer. Mas também é feita destas pequenas coisas, às quais só não dá o devido valor quem sempre as teve, e acabou por as dar como garantidas. E eu espero nunca vir a ser uma dessas pessoas… E por tudo isto, pelo meu sentimento correspondido, por saber que tenho um companheiro para todos os momentos, e por ter tantas pequenas coisas para valorizar… eu sinto-me a mais sortuda das mulheres…

(Por te ter na minha vida. Como hoje te disse: "I'm lucky I'm in love with my best friend") ;-) Até sempre, Cookie

Frases sentidas #42

"A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, deveríamos dançar..." Até sempre, Cookie

quarta-feira, 30 de março de 2011

Os dois lados da mesma história

Todas as histórias entre seres humanos têm pelo menos duas versões… que podem ser completamente diferentes. Durante um bom tempo dediquei-me a pensar sobre isto, quando tentava fazer o diagnóstico do fim do meu casamento, queria perceber qual a parte da culpa que tinha sido minha. Durante um bom tempo lamentei que o meu ex-marido não tivesse feito o mesmo que eu, não tivesse exposto os seus motivos ou as suas queixas. Sei que também falhei, mas gostava de ter noção de a que ponto isso aconteceu. Apenas com um objetivo… aprender, melhorar. É muito fácil atirar as culpas para a outra parte, acharmos que somos uns santinhos injustiçados, e "lavarmos as nossas mãos". O que é que se ganha com isso? Nada… quanto muito aumenta-se o ressentimento. Raramente há apenas um culpado… e percebermos até que ponto também nós contribuimos para um desfecho menos desejado só nos faz crescer, evoluir enquanto pessoas, retirar aprendizagens para o futuro. Até sempre, Cookie

terça-feira, 29 de março de 2011

R.

Ontem o meu coração já estava apertado... E quando ela decide pegar numa folha, para fazer um esquema, dividido em colunas, a do pai e a da mãe, com os dias da semana em que devia ficar com cada um dos dois, deixou-me a fazer força para conseguir segurar as lágrimas que teimavam em querer sair. A forma tão natural como ela assume e faz as coisas, em relação à separação dos pais... é simplesmente desarmante.


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 24 de março de 2011

I do - Colbie Caillat

It's always been about me myself and I
I thought relationships were nothing but a waste of time
I never wanted to be anybody's other half
I was happy saying that our love wouldn't last
That was the only way
I knew 'till I met you

You make me wanna say I do, I do, I do,
Do do do do do do doo
Yeah, I do, I do, I do,
Do do do do do do doo

Cause every time before spend like
Maybe yes and maybe no
I can live without it,
I can let it go
Ooh, what did I get myself into

You make me wanna say I do,
I do, I do, I do, I do, I do

Tell me is it only me
Do you feel the same?
You know me well enough to know
That I'm not playing games
I promise
I won't turn around and
I won't let you down
You can trust
I never felt it like
I feel it now
Baby there's nothing,
There's nothing
We can't get through

So can we say I do,
I do, I do, do do do do do do doo
Oh baby, I do, I do, I do,
Do do do do do do doo

Cause every time before spend like
Maybe yes and maybe no
I won't live without it,
I won't let it go
Wooh can I get myself into

You make me wanna say
Me a family, a house a family
Ooh, can we be a family?
And when I'm many years old and sitting next to you
And we'll remember when we said

I do, I do, I do, do do do do do do doo
Oh baby, I do, I do, I do, do do do do do do doo

Cause every time before spend like
Maybe yes and maybe no
I won't live without it,
I won't let us go
Just look at what we got ourselves into

You make me wanna say I do, I do, I do, I do, I do, I do
Love you


Já com cheirinho a Verão e muito alusiva ao nosso momento pessoal :-)
J., I do love you!

Até sempre,
Cookie

Sobre a demissão do PM... e o PEC doméstico

Dizia ontem à noite um comentador na TSF: "Estavam todos a um passo do abismo. Uniram as mãos e deram o passo em frente."
E lá vamos nós. (Em queda livre?!?!??) Não sei o que virá por aí, mas não me parece que seja nada de bom. Mas e daí, se a noite de ontem não tivesse acontecido, e o PM não se tivesse demitido, as minhas expetativas em relação ao futuro também já não eram as melhores... Acho que aconteceu o inevitável.
Sendo assim, lá em casa já vamos no 2º PEC. A minha filha já sabe bem o que são medidas de austeridade.
Primeiro foram as viagens para o trabalho partilhadas e o almoço que passou a ser trazido de casa. Agora os jantares fora foram limitados ao máximo de 1 vez por semana, e controlam-se o mais possível as contas do supermercado, bem como as despesas com a eletricidade. Férias fora, este ano só uma vez (e por um motivo especial). Quanto às despesas galopantes com o combustível, não há mesmo nada a fazer. Só deitar as mãos à cabeça de cada vez que se vai à bomba abastecer.
E sim, tenho plena consciência de que sou uma privilegiada... Tenho um trabalho estável, e os rendimentos, apesar de terem diminuido, são adequados face aos encargos. Mas estou receosa, preocupada... e consciente de que se avizinham tempos dificeis para o país, e das fortes implicações que isso terá no meu dia-a-dia...
Até sempre,
Cookie

terça-feira, 22 de março de 2011

Adoro..

... fazer do teu ombro a minha almofada!!!
:-)))
Até sempre,
Cookie

quinta-feira, 17 de março de 2011

Pai

Lembro-me dos teus abraços. Lembro-me que voltava a ser menina pequenina, envolvida nos teus braços magros e compridos. Lembro-me de sentir que podia contar contigo para tudo o que fosse preciso. Lembro-me que em miuda costumava dizer que tu e o avô eram as pessoas de quem mais gostava no mundo.
Lembro-me do dia em que fiz 18 anos, em que me acompanhaste ao Porto para consultar os resultados do acesso à faculdade, e do abraço apertado que me deste quando vimos que tinha conseguido entrar na minha primeira opção. Lembro-me do ar orgulhoso com que me foste levar ao aeroporto no meu primeiro dia de trabalho. Lembro-me do dia em que, por acaso, me acompanhaste à faculdade e tinham saído notas de uma cadeira, e de tu andares para cima e para baixo na pauta até chegares à conclusão que eu tinha tirado a melhor nota... Grande pontaria a minha, era raro tu ires à faculdade e deve ter sido das únicas vezes em que isso aconteceu... Lembro-me de um dia em que o L. nos levou, a mim e à S., a sair para a queima das fitas, e de lhe dizeres "tem cuidado que levas aí os meus dois tesouros". Lembro-me da nossa fotografia trajadas, que guardavas no teu gabinete no trabalho. Imagino o brilho nos teus olhos quando a mostravas, nas ocasiões oportunas, aos teus clientes. Lembro-me de que quando acabei o curso não tive coragem de te pedir para não alterares a designação dos meus cartões do banco para "Dra", apesar de não ligar nada a isso, por saber que era com uma enorme vaidade que o fazias. Lembro-me do ar cansado e dos olhos vermelhos que tinhas quando chegavas à noite a casa, no final do trabalho, e de pensar que não queria no futuro ter a tua vida... Realmente o destino prega-nos cada partida...
Lembro-me de estar de férias uma vez em que foste operado e de ser a tua "enfermeira". Lembro-me de percorrermos o corredor enorme de lá de casa, tu apoiado em mim, e de como me sentia adulta e responsável, como era bom para mim ser-te útil. Lembro-me de quando estiveste a trabalhar fora de casa, e de passar semanas contigo quando estava de férias. Ficavamos só os dois no apartamento que ocupavas, e eu tinha-te só para mim. Era maravilhoso. Lembro-me de sentir que me começavas a levar a sério, e de ter conversas de adultos contigo. Sabia que eu e a S. iriamos ser sempre as tuas meninas, mas era tão bom sentir que começavas a procurar as minhas opiniões e conselhos.
Lembro-me de te ver doente, muito doente, deitado na cama cheio de dores, e do pânico que senti por me ter ocorrido, pela primeira vez, que um dia poderia ficar sem ti.
Lembro-me das "judiarias" que faziamos ao fim das manhãs de fim de semana, quando a mãe chamava para o almoço, e quem se levantasse primeiro ía descobrir os outros e abrir as janelas do quarto. Lembro-me do divertimento que enchia os teus olhos quando o fazias. Lembro-me de chamarmos à mãe "capitão", e de às vezes lhe fazermos continência na brincadeira. Lembro-me de brincares com a "trombinha" da S. ao acordar, de andares atrás dela a perguntar "já soltaste a burrinha?".
Lembro-me da canção que tu e a mãe cantavam em dueto nas viagens para férias, e de como gostavamos de ouvir as vossas vozes entoadas em conjunto. Era sempre um momento alto no trajeto. Lembro-me dos jogos de palavras que faziamos nessas alturas para ocupar o tempo.
Lembro-me que nunca me bateste, e que bastava um olhar mais frio teu para eu já nem sequer saber onde é que havia de me meter. Tenho consciência de que na nossa familia a mãe é que teve o papel mais dificil, mas para mim serás sempre um exemplo da forma como gostava de educar a minha filha. Porque sabíamos que tinhas um orgulho enorme em nós, e por isso fazíamos sempre o que estava ao nosso alcance para não te desiludirmos. Não precisavas de falar mais alto, não precisavas de bater... impunhas a tua autoridade apenas com um olhar.
Lembro-me que não escondias a vontade que sentias de ter um neto, e de dizeres todo contente que depois ías dar grandes passeios com ele de carro. Infelizmente não chegaste a ter essa oportunidade. Mas lembro-me também de teres "pedido emprestado" o neto do teu primo, de guardares uma fotografia dele, e de andares sempre a trocar os pontos do cartão Galp por carrinhos para lhe dares.
Lembro-me com muita ternura que o primeiro presente que deste à tua primeira filha (eu) foi o comboio elétrico que gostarias de ter tido em criança e que os teus pais nunca te poderiam ter comprado. Ainda hoje está guardado em casa da mãe.
Lembro-me de te dar o braço, orgulhosa, para entrar na igreja no dia do meu casamento, e do teu ar circunspeto e concentrado. Lembro-me de te ter dito qualquer coisa, e de tu me pedires para não falar contigo. Estavas mais nervoso que eu...
Lembro-me que costumavas dizer, com alguma ironia e amargura, que "de imprescindíveis está o cemitério cheio", e de pensar que eu tinha os meus, aqueles que não conseguia sequer imaginar a minha vida sem eles. Acho que tinhas razão. Aprendi-o do modo mais duro.
Lembro-me de tantas coisas, que poderia escrever um livro só com memórias. Às vezes fico triste quando penso que já não me lembro bem como soava a tua voz. Mas sei que se a ouvisse, o meu coração iria disparar por a reconhecer de imediato.
A saudade dói menos quando a preenchemos com recordações, e é assim que tenho aliviado e alegrado a minha durante estes anos. Tive muita sorte. Tive comigo durante 25 anos o melhor pai do mundo. O melhor amigo e o melhor modelo. Lembro-me de me terem dito muitas vezes, depois da tua partida, que eu parecida contigo, e de como isso me aquecia o coração.
Lembro-me também da promessa que te fiz depois de te ter perdido. Prometi-te que apesar desse revés na minha vida eu iria conseguir ser feliz. E aproveito que se assinala em breve dia do Pai para te dizer que estou a cumprir a minha promessa. Sou feliz!!! Sei que para ti sempre foi o mais importante...

Até sempre, com muita saudade,
Cookie

terça-feira, 15 de março de 2011

A ver se nos entendemos...

... pois parece que a sequência dos dois últimos posts induziu interpretações erradas... que não posso deixar sem esclarecimento . O "ex" está lá no passado, feliz e contente. Temos uma relação que não é perfeita, mas quando a comparo com outros casos que conheço, posso considerá-la fantástica. Sei que se precisasse de alguma coisa poderia contar com ele, e penso que ele também sabe que pode contar comigo. Por não termos funcionado como casal, isso não quer dizer que não possamos ser bons amigos. Não significa que eu não possa admirar muitos aspetos da sua personalidade.
Mas seguimos rumos diferentes nas nossas vidas e hoje temos relações estáveis e felizes. O "you're still the one" é dedicado ao homem do meu presente, e do meu futuro, com quem sinto que também já vivi um passado intenso, cheio de percalços mas em que a nossa relação foi sempre saindo reforçada.
Querido J., a música é para ti...
Até sempre,
Cookie

domingo, 13 de março de 2011

Para ti... Still the One



Até sempre,
Cookie

quarta-feira, 9 de março de 2011

Frase do dia

Quanto mais conheço os "ex" dos outros, mais dou valor ao meu...
(e de que maneira)
Até sempre,
Cookie