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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Das re(a)lações #2

Admito que quando tomei conhecimento da história da Rita Guerra e do António Cerdeira, poucos dias depois do casamento, fiquei comovida. Porque em muitos aspetos reconheci o tipo de sentimentos e carinho, o amor que simplesmente acontece, de tal forma que parece que estava mesmo destinado (por mais que nunca se tenha acreditado no "destino"), a certeza de que se encontrou a outra metade, que também identifico em mim e no J.

Claro que nestas coisas é fácil ser-se subjetivo, afinal estamos a falar de sentimentos e relações, e muitas destas histórias não são contos de fadas, como à primeira vista poderia parecer. Poucos meses depois, a união termina. "Ciumes e comportamento possessivo" parecem ter estado na base do fim da relação.

Mais uma vez se demonstra que a melhor forma de se perder alguém é querer prender essa pessoa. Uma relação só é completa se for vivida em liberdade...


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Ele...

... diz-me que estou cada vez mais bonita. Que sou uma grávida lindissima.

Eu, que tenho espelho em casa, que me vejo cada vez mais redonda, de barriga e mesmo de cara, sorrio e chamo-lhe graxista, brincando...

Pensando no meu íntimo como é tão bom ser mimada, sobretudo nesta altura tão preciosa da minha vida.


Até sempre,

Cookie

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Medidas de poupança

Uma coisa é certa (por mais que eu odeie a palavra crise e sobretudo que ela seja utilizada como desculpa para tudo e mais alguma coisa), nos últimos anos os meus rendimentos são cada vez menores, e as despesas cada vez maiores. Claro que no nosso caso o aumento de despesas foi em boa parte decorrente de coisas boas que aconteceram (e estão a acontecer) nas nossas vidas. Por um lado a compra da casa, com o consequente aumento de prestação, por outro lado o aumento do agregado familiar. Naturalmente que agora há necessidade de fazer muito mais contas à vida e os receios aumentam de que um dia os rendimentos não permitam fazer face aos encargos.
Por isso, tivemos necessidade de ajustar alguns hábitos, e há outras coisas que vão ter que mudar daqui para a frente. Logo de inicio começamos a partilhar automóvel e a trazer o almoço para o local de trabalho. Só nestas pequenas coisas já fazemos uma boa poupança. A casa nova, curiosamente, em termos de gastos mensais (nomeadamente eletricidade e gás) até é mais económica do que o pequeno apartamento que tinhamos antes (gastamos muito menos gás, pouco mais de eletricidade e temos utilizado bastante a lareira, que graças à configuração da casa permite aquecer de forma rápida e económica a casa toda).
Estamos a tentar também reduzir o endividamento. Todos os meses fazemos uma poupança mensal para este efeito, de modo a ir fazendo amortizações aos créditos e assim reduzir as prestações.
Já de há uns tempos para trás que faço o mesmo para as despesas da minha filha. O pai transfere a pensão de alimentos, que fica numa conta que utilizo apenas para as coisas dela. Agora estou a fazer o mesmo com outro tipo de despesas, as despesas extra de maior montante, nomeadamente as coisas que ainda é necessário comprar para a casa (tipo decoração, uma TV, mobiliário para o quarto do bebé, ou para o terraço), a manutenção e seguro do carro.
Outra coisa que acho muito importante é o que chamo "reforçar a almofada". Se já era importante ter algum dinheiro de lado para fazer face a alguma despesa extraordinária que possa surgir, agora então é essencial. No nosso caso, como a familia vai crescer, estou a tentar aumentar esse valor de SOS.

Pelo meio de tudo isto, vamos tentando viver com conforto e mimando-nos de vez em quando, que nestes tempos deprimentes pelos quais passamos é mesmo absolutamente necessário. Que o diga o nosso mealheiro, no qual deixamos diáriamente as moedas mais pequenas que levamos na carteira, e cujo objetivo é fazer um jantar para experimentar mais um daqueles restaurantes de autor de que tanto gostamos.


E sugestões? O que fazem vocês para tentar aforrar alguma coisa ou reduzir despesas? Todas as ideias são bem-vindas...


Até sempre,

Cookie

terça-feira, 3 de abril de 2012

Acho que nem ela imagina...

... a alegria que me dá ao ver a minha pequenita a comer com gosto e cheia de apetite. Acho que só quem passa pela experiência de ter filhos para quem comer é, quanto muito, um mal necessário (diria mesmo um enorme sacrificio), é que consegue ter a verdadeira noção daquilo que estou a escrever.
Era das coisas que mais pedia quando estava grávida dela, que comesse bem. Não foi assim até agora, mas felizmente, pouco a pouco (e vou já bater na madeira para ver se não me arrependo) parece que as coisas vão mudando.
Aliás, ela tem mudado tanto nos últimos tempos. Está tão crescida...
E eu cheia de curiosidade em ver como se vai comportar como uma das "irmãs mais velhas"... Esta diferença de idades entre os irmãos naturalmente não estava prevista (8 anos para a R, 9 anos para a M.), teve a ver com as mudanças nas nossas vidas, mas acho que vai ser ótimo. Vai-as ajudar a serem mais responsáveis, e a mim pode-me libertar um pouco de pequenas tarefas. Sei que já vou poder contar com ajuda das "minhas meninas".


Até sempre,
Cookie