Lilypie Kids Birthday tickers

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Lilypie First Birthday tickers

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sábado, 27 de outubro de 2007

Filmes - "A outra margem"

Realizador: Luis Filipe Rocha
Fui ver este filme levada pela curiosidade de ver a minha terra na imponência de uma tela de cinema. Não é muito normal ir ver cinema português, e as indicações que tinha acerca da história não me levariam a ir vê-la.
Mas confesso que a história me tocou, talvez pelo simbolismo que todo o filme tem implicito.
Na outra margem encontram-se dois "marginalizados" da sociedade. Um miudo de 17 anos, que sofre de Sindrome de Down, e o seu tio Ricardo, travesti em Lisboa, cidade para onde fugiu 16 anos antes depois de ter abandonado a noiva no dia do casamento. Nada mais se soube dele, até ao dia em que a irmã foi informada de que se tinha tentado suicidar, na sequência do sofrimento que lhe causou o falecimento do homem com quem vivia. A irmã vai visitá-lo a Lisboa e convence-o a voltar à terra Natal, para conhecer o sobrinho.
No relacionamento que desenvolve com o sobrinho Vasco, Ricardo consegue reencontrar a alegria de viver.
Muito bom o desempenho de Vasco (Tomás de Almeida), um jovem ternurento que apesar das suas limitações, tem a fantástica capacidade que tantos de nós perdemos de encontrar a alegria nas coisas mais simples, de se maravilhar com aquilo que tem, sem se desgastar na busca desenfreada por aquilo que se deseja.
Tantas vezes nos esquecemos que podemos ser felizes aqui e agora, com aquilo que temos e apesar do que não temos...
Linda, imponente e maravilhosa a minha terra no grande ecrã!
(E excelente a companhia na qual fui ver este filme! Adoro-vos, meus lindos!)

Até sempre,
C&C

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Lilypie...

Primeiro vi e pensei… é um bocado piroso…
Voltei a olhar e reflecti… nem tem nada a ver com o espírito do meu blog… é mais para babyblogs… e eu aqui falo sobre a R., muitas vezes até, mas este é um blog generalista…
Voltei a apreciar… blogs com duas tiras (para familias com 2 filhos), com indicações de ciclo menstrual, com príncipes, princesas, fadas, flores e brinquedos… Continuei a achar um pouco piroso…
Um dia por curiosidade fui ver o site das tiras… experimentei construir uma exclusiva (digo eu) para a minha R…. Ahhhhhhh, tem 3 anos, 4 meses, e 4 dias… que giro!
Não resisto… é uma atracção muito intensa… mais forte que eu… Ups, já está!
Pronto, e foi assim que a partir desta semana o Cookies & Cream passou a ter uma tira indicativa da idade da minha linda fada R.(em dias, atenção… reparem na precisão)!

Até sempre!
C&C

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

No pais dos "inhos"

Diálogo de hoje no restaurante:
Funcionário - Deseja uma sobremezazinha?
Cookie - Não, obrigada. Era só um café.
F. - Um cafézinho? Sim senhora.
C. - E pode-me trazer já a conta.
F. - (sim, adivinharam) A continha? Muito bem...
Ok, eu admito que muitas vezes também trato a minha filha por R-inha ou por filhinha...
Mas ela tem 3 anos... e mesmo assim evito...
Até sempre,
Cookiezinha

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Casa nova - Desenvolvimentos

Desde que fiz aquela declaração de amor a um apartamento, não voltei ao tema "casa nova". Isso não significa porém que não tenham existido durante estes dias avanços (e recuos) no processo.
Continuo empenhada na compra, que pretendo realizar até final deste ano. Contudo, confesso que me desencantei do tal apartamento quando o fui ver pela segunda vez. Por mais do que um motivo, sendo o principal dos quais o facto de o D., que foi comigo, não se ter mostrado minimamente entusiasmado com ele, antes pelo contrário. Além disso, verifiquei que a qualidade dos materiais não era a melhor (já me tinham chamado a atenção para isso) e que a exposição solar do apartamento era fraca (situação a que aprendi a dar atenção depois de sofrer os efeitos de uma exposição solar deficiente na casa dos meus pais). Enfim, fiquei triste, mas a verdade é que há muito poucos casos de amor à primeira vista que resultam em casamento...
E assim tenho continuado numa roda vida, na tentativa de esgotar todas as opções, mas dando preferência a apartamentos novos (que na terrinha, não são muitos, principalmente depois de fazer algumas exclusões logo à partida por motivos de localização ou de falta de qualidade).
Com muita, mas muita vontade mesmo de ter o meu cantinho, de mobilar um quarto à maneira para a minha filha...

Aqui continuarei a deixar as novidades!
Até sempre,
C&C

sábado, 20 de outubro de 2007

Nos transportes públicos...



Esta semana estive em formação num local de trabalho diferente, e optei por utilizar o comboio na minha deslocação, por um lado porque ando uma menina muito poupadinha (quem quer casa nova tem que cuidar da carteira), mas por outro porque queria mesmo experimentar, e numa semana normal de trabalho não tenho possibilidade de deixar de lado o meu fiel Toyota (companheiro de tantas viagens, presença em tantas histórias, mas infelizmente cada vez mais caro... quer pelos preços proibitivos do gasóleo, quer pelo roubo praticado em portagens a quem tem que utilizar auto-estradas todos os dias).
Talvez por estes dois motivos, fiquei surpreendida pela quantidade de pessoas que utilizam esse meio de transporte... ziliões de pessoas... de todos os estilos e feitios, mas (pareceu-me a mim) totalmente dispostas a explodir a qualquer momento... Logo no primeiro dia encontrei lugar sentada, porque entrava numa das primeiras estações... Lá ía eu totalmente distraida e ainda meio a dormir (ainda não eram 8h da manhã) e de repente vejo uma senhora com um bebé, sem lugar. Estava a levantar-me para lhe ceder lugar quando oiço uma voz (tipica de vendedora de peixe no Bolhão): "Ó meninas, toca a lebantareeee!".
Logo uma discussão enorme, eu só disse: "para me levantar precisava de ver a senhora primeiro", e logo "já estava ai prai há cinco minutos" e eu só pensava "tirem-me deste filme". Enfim, a discussão prolongou-se, mas eu já não era o alvo, porque elas tinham percebido que eu não tinha visto e que me tinha levantado logo que vi a senhora. Mas eu fico-me a sentir mal com estas coisas... a maldita consciência pesada, como lhe chama a minha irmã, e pior ainda quando verifiquei que o lugar em que eu tinha vindo sentada era de prioridade a grávidas e pessoas com crianças. Não tinha reparado, se tivesse obviamente ía sentir-me na obrigação de estar mais atenta... Enfim...
Mas depois de me adaptar às regras daquela selva, as vantagens são bem evidentes: pontualidade ao minuto, muito mais económico (o bilhete de ida e volta custou menos do que o que iria gastar só em portagens), para quem consegue dá para descansar, ler, ou até dormir uma soneca...
Só não fiquei totalmente fã por causa da confusão, mas entendo pertfeitamente que tantas pessoas optem pelo comboio nas suas deslocações diárias.
Quanto a mim, e enquanto não fizerem uma nova linha desde a minha casa até ao local de trabalho, por falta de opção, vou manter-me fiel ao Toyota... Ok, reconheço que este conceito de "fiel por falta de opção" não é muito bonito e nem sequer me fica bem... :-)
Até sempre,
C&C

Livros - "As pequenas memórias"

José Saramago

Na contra-capa deste livro, a seguinte frase do Livro dos Conselhos: "Deixa-te levar pela criança que foste".
Mais do que uma auto-biografia, este livro é realmente o que o titulo indica, um conjunto de recordações da infância e adolescência de Saramago, pontuado por pequenas curiosidades, como por exemplo o facto de o escritor ter nascido a 16 de Novembro de 1922 e não, como consta na Conservatória do Registo Civil, a 18 do mesmo mês... Coisas do Portugal do inicio de século, assim como o facto de lhe terem colocado o nome Saramago por ser a alcunha pela qual era conhecida a familia na terra, sendo que depois o pai se viu forçado a ir acrescentar esse nome ao seu, para não ficar com apelido diferente do filho.
Curiosa também a primeira incursão pela escrita do prémio Nobel, um poema que fez para uma namorada, que foi pintado num prato que lhe ofereceu: ""Cautela, que ninguém ouça, O segrado que te digo, Dou-te um coração de louça, porque o meu anda contigo."
Curioso como um homem tão culto e tão dotado para a escrita sai de um percurso de infância tão simples, tão perfeitamente normal no nosso Portugal dessa altura.
Um livro bem escrito, de um escritor que muito admiro, sobretudo pela capacidade de imaginação e descrição que tem, partindo de um cenário altamente improvável ou mesmpo impossível. Por exemplo, a separação repentina da Peninsula Ibérica do resto da Europa (em "Jangada de Pedra"), uma cegueira que afecta toda a população ("Ensaio sobre a Cegueira"), alguém que descobre alguém exactamente igual a si enquanto está tranquilamente a ver televisão ("O Homem Duplicado"), uma eleição em que todos ou quase todos os votantes optam pelo voto em branco ("Ensaio sobre a lucidez"), entre outros... Li quase tudo ("Memorial do Convento", "Evangelho segundo Jesus Cristo", "A caverna", "Todos os nomes") e dificilmente resistirei a comprar o próximo que sair.

Pontuação: 4 valores (bom, mas não é o melhor de Saramago)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Para marcar presença...

Ando cansada demais para escrever mais do que isto...
Mas cá fica para marcar presença!

Até sempre,

C&C


sábado, 13 de outubro de 2007

Uma vida em caixotes

Ao fim de mais de um ano, está concluida a operação de retirada de todos os meus pertences da casa do L. (a minha antiga casa). Finalmente lá consegui juntar coragem, paciência, força, estado de espirito e uma equipa de mudanças (amadora) para realizar a fase número 3 do processo, que foi sendo sucessivamente adiada porque já tinha tudo o que fazia falta no dia-a-dia...
Sinto que deixei definitivamente para trás uma fase da minha vida, uma M. que fui e que não quero voltar a ser. Aquela casa tem uma história, custou-me muito (muito mesmo) ter que sair de lá, porque tudo ali eram pedacinhos de mim... Mas agora, passado um ano, com a retirada dos meus pertences concluida, e com o projecto da casa nova, sinto que foi bom ter acontecido assim... É mais fácil reescrever uma história quando temos a página em branco, sem marcas de um qualquer passado.
Não foram só os meus pertences que coloquei em caixotes, foi uma parte da história da minha vida.

Por isso, a essa casa, a essa vida, a essa M. ... ADEUS!
Até sempre
(isto hoje foi muito pessoal, mas senti que tinha que ficar aqui)
C&C

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Uma singela homenagem

A quem...
...tem sempre um abraço amigo para me receber...
...tem duas mãos sempre disponíveis para me ajudar...
...me oferece um ombro amigo quando necessito de afogar as minhas mágoas...
...acolhe os meus sucessos com um sincero sorriso...
...faz seu o meu entusiasmo em relação a qualquer projecto...
...é o apoio mais incondicional que tenho na vida.

Um enorme abraço de carinho e gratidão.
Querida maninha, recebe o post de hoje como uma singela mas muito sentida homenagem .

Obrigada por estares (sempre) por perto!
M.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Filme: "The Bourne Ultimatum"



Real.: Paul Greengrass
Int.: Matt Damon, David Strathairn, Joan Allen, Julia Stiles, Chris Cooper, Brian Cox, Paddy Considine, Edgar Ramirez
Fui ver este filme com o D. e por sugestão dele no passado Sábado. Apesar de não ser propriamente o meu género de filme, admito que o vi bem atenta do princípio do fim. É daqueles filmes de acção bem realizados, com um enredo que acaba por ser interessante... Para a história, aqui fica um pequeno resumo.
Sinopse – http://www.filmesnovos.biz/
"O agente secreto Jason Bourne (Matt Damon) é perseguido por pessoas na CIA que lhe deram o seu treino de assassino. Ainda sofrendo de amnésia e determinado a descobrir a verdade acerca de sua identidade, ele parte em encontro de um contacto, (um jornalista) que tem estado a seguir o agente que lhe deu o treino. O facto de Bourne encontrar o agente que lhe deu o treino põe em risco a operação viúva negra que está prestes a começar. Para o evitar Vosen (Agente da CIA) envia agentes para tentar matar Bourne. As situação rapidamente muda assim que Bourne regressa aos USA e começa a perseguir os seus agressores."
Até sempre,
C&C

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Para ti...

Não são precisas mais palavras... Obrigada por me libertares da minha prisão!

Um beijo com todo o amor do mundo,
M.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Acho que estou apaixonada

Já dizia o cantor Ricardo Azevedo:

Eu só tenho que virar,
a minha vida de pernas para o par,
e procurar uma casa, para eu morar

Começando a pensar nisso como mais uma étapa deste meu "começar de novo", andei pela net, nas imobiliárias locais, a procurar apartamentos. Vi um que fica bem junto à casa da minha mãe (onde estou a morar desde que me separei), num prédio que está quase todo vendido, e lembrei-me de ligar para a imobiliária. Marquei visita para o final da tarde.
Estive a falar com o vendedor e transmiti-lhe os meus objectivos na compra, e ele falou-me de um outro prédio, recentemente concluído, onde também tinham um apartamento para venda. Fomos ver, infelizmente estava quase a anoitecer, e não consegui ver tudo ao pormenor... mas acho que estou apaixonada... É um T2, mas tem 126 m2 (todas as áreas são enorrrrrmes), bons acabamentos, segundo pude ver, fica numa zona da cidade de que sempre gostei, tranquila, com vista bonita, e o preço... bastante convidativo...
É incrível que enquanto noutras cidades os preços vão crescendo exponencialmente, na minha terrinha pouca evolução houve desde a primeira compra de casa em que participei (e já lá vão quase 10 anos). Foi sem dúvida uma agradável surpresa...
O problema é que já só há um disponível, e eu neste momento ainda não tenho condições para dizer: COMPRO! A minha ideia era apenas ir começando a ver para ficar com uma ideia das opções que tenho...
Portanto vamos com calma, às vezes tem que se colocar água na fervura das paixões, quero a opinião dos meus "Mais que tudo" e pensar bem antes de investir... Afinal, é uma casa!!!
(mas... não sei se já disse... apaixonei-me!!! LOL)

Até sempre,
C&C

Crónica de uma noite de insónias

23:15 – Apago as luzes para dormir. Um pouco mais cedo do que o habitual, mas sinto-me cansada e assim aproveito para tentar dormir um pouco mais que o normal para iniciar a semana com força (se a R. deixar, é claro)
23:50 – Estranho… já deveria estar a dormir. Não me sinto nervosa, nem agitada… mas a verdade é q o clique para o reino dos sonhos ainda não se deu…
04:00 – O tempo foi passando e eu já devo ter dormido alguma coisa, mas um sono bem leve, e pontuado por interrupções… Fico com receio. Nas últimas noites já andava a sentir o prenúncio do regresso às insónias, mas hoje está ainda pior. Não estou a cismar com nada, não me sinto particularmente nervosa, mas o sono não vem. Levanto-me, vou ao WC, e lá tomo a difícil decisão de ir tomar um dos comprimidos que tenho de reserva e que tanto orgulho tinha em ter deixado de tomar (principalmente porque o médico me tinha dito que dificilmente eu os iria conseguir deixar).
06:40 – Toca o despertador. Penso que consegui dormir mais qualquer coisa… mas sinto-me terrivelmente cansada. Só mais um bocadinho aqui na preguiça.
07:30 – Acordo com o choro da R.. Estou atrasadíssima. Levar a R. ao infantário e chegar a horas é tarefa impossível. Vou ter que recorrer à minha mãe.

O dia não está a ser fácil… Tenho receio de voltar à difícil fase das noites mal dormidas, que há uns meses foi a génese de uma fase muito complicada da minha vida…

Até sempre (a bocejar)
C&C

sábado, 6 de outubro de 2007

Folhas de Outono

Trabalho para casa (ou melhor, de exterior) para o dia de amanhã: passeio com a R. para recolher folhas de Outono, para os meninos realizarem um trabalho na escolinha.
Confesso que quando as minhas colegas se queixavam dos trabalhos de casa que os filhos traziam das escolinhas, e que as obrigavam a aplicar-se em horário pós-laboral, eu pensava sempre: quando chegar a minha vez, vou adorar estes trabalhinhos... São novas oportunidades de sermos crianças e revivermos a infância...

Chegou agora a hora de passar da teoria à prática!

Até sempre,
C&C

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Paciência

Mafalda Veiga / João Pedro Pais

Deixo hoje aqui uma letra de que gosto muito, colocada a preceito numa das melodias mais bonitas da música portuguesa dos últimos tempos:


Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
A vida não pára...
E quando o tempo acelera e pede pressa
Eu recuso, faço hora e vou na valsa,
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo espera a cura do mal,
E a loucura finge que isso é normal,
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando cada vez mais veloz,
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo que lhe falta para perceber,
Será que temos esse tempo para perder,
E quem quer saber?!
A vida é tão rara... tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
A vida não pára...
A vida não pára não...

Será que é tempo que lhe falta para perceber,
Será que temos esse tempo para perder,
E quem quer saber?!
A vida é tão rara... tão rara...
A vida é tão rara.
Até sempre
(na busca desses mágicos momentos de calma, que se escondem da tirania dos relógios)
C&C

Há cada doido...


No outro dia, num “passeio pela blogosfera” passei por um blog em que se reportava a seguinte situação:
Um blogger português copiava textualmente, traduzindo de inglês para português, um blog de um pai de trigémeas, penso que era holandês, no fundo um diário da tripla paternidade. Deu nomes portugueses às crianças e inclusivamente utilizava todas as fotografias das meninas publicadas no blog. O homem chegava a fazer comentários nos blogs de outras pessoas como suposto pai de trigémeas.
A situação foi reportada por uma leitora do blog português que ocasionalmente acabou por ir ter ao blog original…

É caso para dizer… anda por aí cada doido… porquê dar-se a todo esse trabalho? Qual o objectivo?
É um caso, mas existirão concerteza outros… alguns até bem mais graves…
A Internet e a blogoesfera são mundos maravilhosos, mas temos que ter consciência de que tudo o que publicamos está disponível em TODOS os PC’s de TODO o mundo. Por isso eu resisto a publicar fotos e mostrar como a minha filha é linda, por isso na net eu e aqueles sobre quem escrevo perdemos os nomes próprios, e passamos a ser apenas as iniciais. Aqui sou M. ou Cookie. Nem sequer alguma vez cheguei a escrever sobre a terra onde resido, ou em concreto sobre a minha profissão…

Com todo o respeito (e até alguma admiração) por quem faz das suas vidas um livro aberto ao mundo…

Até sempre (alguns dirão que à procura de monstros por baixo da cama)
C&C

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Ginásio



A partir de amanhã: GINÁSIO!!!

Finalmente consegui descobrir algum tempinho livre para me dedicar a cuidar da forma física. Duas vezes por semana, e a modalidade principal será Jump-fit.

Objectivos: melhorar a forma física e aliviar um pouco o stress do dia-a-dia... Outro objectivo é não abandonar o ginásio no primeiro mês... nem no segundo... nem no terceiro... Ok, acho que já perceberam a ideia...

Já me esquecia... outro objectivo será manter-me inteira (treino aos saltos no trampolim + M. super desajeitada = perigo eminente)

Até sempre,

C&C

P.S. Em jeito de desabafo, porque nem me apetece falar ou escrever muito sobre isso... Sinto-me como se tivesse sido atropelada por um camião TIR chamado R.. Foi uma birra daquelas, gigante, gigantesca! Posso até ter uma costela de super M., mas as birras da R. são a minha criptonite. São 21h44 e a única coisa que me apetece é dormir... De preferência (acho que é pedir muito) até o despertador tocar...

Mais sobre a R. e a escola

Ainda sobre o tema de ontem, acabei por me alongar muito e mais há para dizer…

O top das frases que mais ouço à R. nos últimos tempos:

  • “Porque é que temos que ir trabalhar?” – difícil responder a esta, principalmente porque costuma ser a primeira frase do dia e eu ainda estou com os olhos meios fechados e a fazer a mesma pergunta a mim mesma;
  • "Que dia é hoje?” – já lhe expliquei que ao Sábado e Domingo a mãe não trabalha e a escolinha está fechada;
  • “Tu hoje vens-me buscar cedinho!” – normalmente já na escolinha, a chorar e a tentar agarrar-me para eu não ir embora.

Quanto a esta última frase, sou apologista de uma educação em que não se enganam as crianças. Contudo, admito que aligeirei este meu princípio, a partir do momento em que dizer “vou tentar” deixou de ser suficiente. Com o meu horário de trabalho, ir buscar a R. implicaria que ela estivesse no infantário desde que abre até que fecha (das 8h às 19h). Não quero isso para a minha filha, por isso tento sempre que alguém a vá buscar mais cedo. Ou seja, se não a vou buscar, é para o bem dela… Mas é difícil fazer entender isto a uma criança de 3 anos. Tenho tentado, mas nesta fase acabo sempre por recorrer à mentirinha sem consequência…

Além disso, no espaço de um mês, houve uma única noite em que dormiu sem interrupções… O que deixa a mamã estourada, e com o estado de espírito em rota descendente… Estou a precisar de férias outra vez…

Sei que é normal, expectável, e provavelmente até saudável… mas é desgastante… Principalmente porque o desgaste é praticamente só meu, já que o pai pouca intervenção tem… a não ser em alguns dias para a parte mais fácil e que eu adoraria poder fazer mais vezes, que é ir buscá-la.

Mas vamos andando, com a convicção que já ontem manifestei de que estamos no bom caminho…

Até sempre,
C&C

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Um mês no infantário

Faz amanhã um mês que fui pela primeira vez levar a R. ao infantário, cheia de expectativa e ansiedade. Como cheguei a dizer, não me preocupei em demasia com o assunto, porque estava convicta de que a minha filha se iria adaptar perfeitamente bem. Não foi bem assim... Ao fim deste tempo continuo a deixar todos os dias a minha filha a chorar. Vou trabalhar de coração apertado...
Por mais que me digam, e que eu própria também saiba, que passado um bocadinho, ela fica bem...
A educadora, na reunião de pais, chegou a referir a R. como um exemplo excelente de adaptação, e tem-me dito maravilhas dela, que é participativa, que tem resposta para tudo, que come bem, que anda sempre sorridente e animada (que bem que sabe ouvir estas coisas do meu rebento).
Falei com o pediatra sobre o assunto e ele disse-me que achava sempre melhor quando as crianças reagiam às mudanças logo de inicio, porque elas acabavam sempre por reagir, e se fosse de forma tardia, poderia ser pior. Também me disse que eu tinha muita sorte, porque a R. já era perfeitamente capaz de verbalizar aquilo que estava a sentir.
Mas tenho andado a pensar: não será esta a reacção tardia à separação dos pais? Sempre me fez impressão o facto de ela nunca ter reagido de forma nenhuma, de não perguntar pelo pai... Será que agora, ao viver mais uma mudança, ela não está também a reagir à anterior??
Seja qual for a resposta a esta pergunta, eu tenho é que gerir a situação com inteligência, sem dar demasiada importância, mas acompanhando sempre.
A verdade é que já há progressos: a R. agora já fala do que acontece na escolinha, quando eu lhe pergunto como correu o dia a primeira coisa que diz é: "eu hoje não chorei mesmo nada", já me fala dos coleguinhas, a educadora já não é má, e a maior parte dos meninos são amigos... diz-me o que comeu e vai cantando as canções que aprendeu. E também já não anda tão dependente de mim em casa (nos primeiros dias nem podia ir ao WC)...
Portanto, continua em acção a Super-M., que a minha Super-R. está no bom caminho e daqui a pouco esta fase vai estar ultrapassada. (apetece dizer: Que assim seja!)

Até sempre,
C&C