sexta-feira, 16 de março de 2012

Da barriguinha...

A principal diferença que notei até agora entre a primeira e a segunda gravidez foi que a barriguinha apareceu muito mais cedo. Da primeira vez com 20 semanas ainda quase ninguém notava que eu estava grávida. Estou com 13 e ainda ninguém me perguntou diretamente, mas já reparei em alguns olhares apontados nessa direção, que denotam a dúvida na cabeça das pessoas "grávida? gorda?", e lá optam por não questionar. É verdade que engravidei com mais 4 kgs do que da primeira vez (ai a idade que não perdoa) mas acho que não é por aí. Além disso até agora quase não aumentei de peso. Toda a gente diz que na primeira vez se nota mais tarde.

De resto, os sintomas são muito semelhantes. O primeiro mesmo foi adormecer à noite no sofá, coisa que não me costuma acontecer. Também fui sentindo alguns enjoos, mas tão ligeiros que nem me posso queixar. Tenho é q fazer mais refeições e comer menos de cada vez. Se fizer isso sinto-me lindamente.

Também já tenho todos os resultados dos exames que fiz (ecografia morfológica, rastreio do primeiro trimestre, análises). Para a semana vou levá-los à médica. Mas pelo que me parece está tudo bem, e provavelmente nem se vai colocar a questão da amniocentese, que me andava a provocar alguma ansiedade.

Até agora, tal como da primeira vez, está a ser mais uma gravidez de luxo... E desta vez com tanto miminho, que até a massagens às pernas cansadas já tenho direito... Q maravilha!!!

Quanto ao sexo do bebé, parece-me os que nos rodeias andam mais entusiasmados com isso do que nós próprios. Tanto que já brincamos dizendo que aceitamos apostas. Acho que todos pensam que como temos duas meninas, desta vez preferiamos um menino. Mas não... não nego que tenho curiosidade, claro que sim, até porque tenho vontade de lhe comprar coisas e preferia fazê-lo depois de saber o sexo. É mesmo como diz o povo, que seja perfeitinho... e coma e durma bem, se não for pedir muito. :-)))

Menino ou menina... é um pedacinho de paraíso que tenho a sorte de trazer dentro de mim... o fruto tão desejado de um amor que parece não ter limites...


Até sempre,

Cookie

quarta-feira, 14 de março de 2012

Só mais um esforço...

Falta cerca de 1 semana e meia para ir de férias. O trabalho até lá é tanto que me parece quase impossível conseguir deixar a "casa arrumada". Por isso, Cookie Maria, coisa que não te é permitida a partir de agora são momentos de desconcentração.


Vamos, lá, 100% focada (no trabalho, para depois me focar a 100% numa deliciosa semaninha de férias)!!!


Até sempre,

Cookie

segunda-feira, 12 de março de 2012

Coisas de mãe babada

Ontem passamos a tarde na casa da minha avó paterna. Uma tarde deliciosa, diga-se, cheia de sol, risos e brincadeiras de crianças, conversas agradáveis em família, que me é cada vez mais querida...

Antes do jantar, o meu primo chama-me à sala do fundo para ir apreciar uma cena que me deixou completamente embasbacada...

A minha filha (2º ano de escolaridade) a ajudar o meu outro primo (um bom aluno do 6º ano de escolaridade) a fazer os trabalhos de Matemática, e a chegar às respostas certas, antes dele!

Eu já sabia que a miuda era inteligente... mas ontem fiquei sem palavras... e sem argumentos...

Ao mesmo tempo, lá tive que lhe explicar, quando ela começou a afirmar que era uma ótima aluna, o inestimável valor da modéstia... :-))))


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 8 de março de 2012

12 felizes semanas

É com um enorme sorriso que partilho convosco a maior alegria que este ano 2012 me trouxe. Pela segunda vez, vou ser mãe, vivo a felicidade de gerar um bebé dentro de mim. Um sonho que admito que sempre tive, mas que pelas vicissitudes da vida chegou a estar esquecido… e que a vivência deste amor tão tranquilo e completo ao lado do J me permitiu voltar a despertar. Estamos muito felizes, os dois, tal como as nossas meninas, desde o primeiro momento.
A noticia, esperada já há alguns meses, chegou no dia 18 de Janeiro, precisamente 9 meses depois do dia do nosso casamento, e foi acolhida entre abraços e lágrimas de felicidade.
Ontem completei as 12 semanas de gestação, tempo que tem sido muito tranquilo e em que à parte uns enjoos, e um cansaço um pouco fora do normal, me tenho sentido muito bem.
Hoje fui fazer a ecografia do 1º trimestre, de lágrimas nos olhos ao testemunhar o milagre da vida que toma forma dentro de mim…
Tão encantada… tão apaixonada pelo meu bebé… como da primeira vez…

Para todos, até sempre,
Cookie

Para ti, querido J, por ao meu lado tornares real este sonho… obrigada… a ti devo toda esta felicidade!
Amo-te muito
M.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ser mãe

Vem este post a propósito do que li num blog sobre o "lado mais negro" da maternidade.
Ser mãe é dos maiores desafios que se tem na vida, e daqueles em que tantas vezes nos interrogamos se estamos a tomar as opções corretas ou a desempenhar bem o nosso papel. Tantas dúvidas que surgem, em tantos momentos, logo desde o nascimento…
Com a R. o amor surgiu no primeiro instante, diria mesmo que logo que vi os dois risquinhos no teste de gravidez. Caramba, precisava tanto dela na minha vida... A gravidez foi como um raio de sol surgido num céu de tempestade.
Nem tudo foram flores quando ela nasceu. A R. não era uma bebé fácil, passava imenso tempo acordada, parecia que já tinha nascido habituada a colo, dava-me banhos de papa e de sopa, das noites nem me queixo muito, mas sonos de noites completas só depois dos 3 anos… E (culpa minha) a partir de determinada altura habituou-se a adormecer sempre acompanhada, o que me condicionava a ir para a cama sempre ao mesmo tempo que ela.

Nunca foi uma bebé perfeita… mas eu digo tantas vezes que ninguém é perfeito, e que não se pode esperar a perfeição de ninguém… Porque é que ela haveria de ser diferente?

O meu amor por ela sempre foi incondicional e superou em intensidade qualquer outro sentimento que alguma vez tive, mas havia, e continua a haver momentos de quase desespero, momentos em se perde a calma e se dizem coisas que verdadeiramente não se sente.

A R. é uma criança de afetos, não é uma menina prática e despachada. É sensível, adora mimos, mas é muito dependente e se tiver alguém que lhe faça as coisas (vesti-la, calçá-la, dar-lhe banho) ela não toma a iniciativa de fazer nada - lembro que tem 7 anos e meio. Além disso é muito distraída e eu tenho que lhe estar constantemente a chamar a atenção para que ela não se perca em devaneios e se esqueça do que está a fazer. E para comer às vezes leva horas… E isto, anos a fio, é cansativo e desgastante.

Também é verdade que nada muda mais a nossa vida do que ter um filho. Por mais desejado que seja, é natural que muitos casais não estejam preparados para uma mudança tão radical. É limitador, condicionante, e acaba por implicar que outros sonhos sejam esquecidos ou pelo menos adiados.

Mas há momentos, e são tantos, em que tudo se esquece, e em que este amor, o maior de todos, vem ao de cima com todas as suas forças.
Ainda hoje ela levantou-se, ensonada e despenteada, e sorriu para mim. Eu abri-lhe os braços e disse-lhe "adoro-te minha pequenina". Ela abraça-me e na sua voz tão doce diz-me "eu também te adoro, mamã querida". E eu sinto-me, simplesmente, a mãe mais feliz do mundo…


Até sempre,

Cookie

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Há dias assim...

É sexta-feira, está um sol e um calorzinho maravilhoso, já com cheirinho de Primavera... e eu com uma neura que parece a de 2ª feira...

Alguém me explica?!?!??!!? (e não, não tem aquela explicação "feminina" que poderão estar a pensar)


Até sempre,

Cookie

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Das ra(e)lações #1

Às vezes digo que em termos sentimentais ficar sózinha, sem companheiro, aos 33 anos, foi das melhores coisas que me aconteceu. Fiquei sózinha sobretudo por escolha minha, após meses a tentar escapar do inevitável, o fim de uma relação que já há muito se adivinhava. Ficar sózinha assusta e era mesmo assim que me sentia, assustada, e assim ía adiando a decisão, por não saber bem como seria a minha vida depois, se me daria bem com o tempo livre que me sobraria. Não estamos a falar de um casamento, apenas de um namoro quase de fins de semana e de férias. Parece simples de terminar, quando vemos que o futuro a dois nos parece cinzento, quando a vontade de progredir na relação desaparece, mas a verdade é que não foi. E ainda bem… porque o fim de qualquer relação séria deve ser bem ponderaado, para evitar duvidas ou "e se's" posteriores.
Quando fiquei sózinha reorganizei a minha vida, ganhei algo que não tinha, que era tempo apenas para mim, passei a cuidar-me mais, a ir ao ginásio, a sair com pessoas diferentes, fui de férias com uma amiga e as nossas filhas e foram das melhores férias que já tive até hoje. E à medida que o tempo passava ía-me convencendo cada vez mais de que assim ficaria, sem namorado, durante muito tempo. Vir a morar com alguém, então, parecia-me algo totalmente impossível de se realizar. parecia-me que a minha realidade doméstica era "eu e a minha filha" e não via forma de isso se poder alterar. Achava que nunca alguém se iria conseguir integrar ali, entre nós as duas. E a verdade é que me sentia feliz. Não sei se assim ficaria, feliz, durante muitos mais meses, muitos mais anos. Não sentia a solidão. Grande parte do tempo tinha a minha filha comigo e a companhia dela bastava-me para me encantar, para me divertir, para me mimar. No tempo em que ela não estava comigo, procurava conviver, divertir-me, cuidar-me. Nada me faltava e continuava a sentir-me uma mulher completa. Mais (muito mais) do que quando me encontrei, noutros momentos, sufocada por relações que já não me faziam feliz.
Foi nesta altura que ele apareceu na minha vida… não o procurei, cheguei quase a "fugir" dele quando as coisas começaram a deixar de parecer uma simples amizade. Mas ele mostrou ser o homem com o qual eu sonhava, e cada passo que davamos me parecia tão certo, tão ajustado, quase tão destinado a ser assim, que se tornou inevitável passar a pensar e a viver a vida a dois.
Poderia não ter sido assim, mas foi. Poderia não ter aparecido ninguém na minha vida, poderia ter aparecido mais um sapo mascarado de principe… mas foi assim que aconteceu.
E o mais engraçado é que ele apareceu na minha vida na altura em que eu percebi que não precisava de um homem para ser feliz. E esta, em termos de relações, foi das principais conclusões a que cheguei até hoje. A felicidade tem que estar em primeiro lugar dentro de nós próprios, nunca mas nunca vem de uma relação, por mais completa que ela seja, por mais "necessária" que ela nos pareça, por mais que a solidão nos assuste. Nenhuma relação será feliz se não tivermos uma boa dose de amor próprio. Como costumo dizer ao J. "eu posso gostar muito de ti, mas gosto ainda mais de mim". E assim é que tem que ser, sempre. Para sempre. Eu não preciso dele, estou com ele porque quero, porque gosto dele e porque ele me faz feliz (acrescentaria a mais feliz das mulheres, mas não é este o propósito deste post).
O propósito é ver miudas, ou mulheres, agarradas a relações tão sem sentido, tão destinadas a fazê-las sofrer, a fracassar, por terem receio de estarem sózinhas. Se elas soubessem como é tão melhor não ter ninguém, ser independente, do que viver uma relação de frustrações… Mas pronto, também já vivi o suficiente para saber que há coisas que só aprendemos por nós próprios, com as nossas próprias cabeçadas… Como eu aprendi até hoje, com as minhas. Mas sempre, em todos os momentos, "gostei mais de mim", e sei que isso me poupou de muito sofrimento.


Até sempre,

Cookie

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Sinais dos tempos

Nos últimos 5 anos:

2007 - Cabo Verde - Sal e Fuerteventura
2008 - Ibiza
2009 - México e Paris (Eurodisney)
2010 - Cabo Verde - Boavista e República Dominicana
2011 - Nova Iorque

Em 2012, vamos para fora cá dentro, e ainda assim temos que nos conter… e já estamos com muita sorte. Sinais dos tempos, da troika, de termos investido num dos projetos das nossas vidas em contra-ciclo e em fase de redução de rendimentos… e sim, de termos embarcado numa nova e entusiasmante viagem…

Até sempre,
Cookie

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

E às vezes...

... é subtil a forma através da qual se manifestam as grandes mudanças na nossa vida...


Até sempre,

Cookie

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Realmente... parece tão simples...


Até sempre,

Cookie