Lilypie Kids Birthday tickers

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Lilypie First Birthday tickers

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sábado, 31 de maio de 2008

"Oil makes the world go round"

Hoje consegui a proeza de gastar 67,5 € em gasóleo. Por acaso não foi na Galp, mas a verdade é que todos seguem os preços da Galp e as diferenças são infimas.
Vejo toda a gente revoltada, apela-se a boicotes, mandam-se e-mails, há cartoons e imagens como estas por todo o lado... Mas receio que sejamos impotentes para lidar com aquilo que se está a passar com o preço dos combustíveis e todas as suas implicações económicas. Eu, por exemplo, não posso fazer grande coisa para poupar em combustível (andar mais devagar... abastecer na bomba onde me fica mais económico... mas isto pouca diferença faz), porque necessito do carro para ir trabalhar (que inveja de quem mora ao lado do trabalho, uma vez mais). O meu receio é ter que começar a mudar hábitos de vida, ou ter que poupar noutras coisas, por causa do preço dos combustíveis e das implicações inflaccionárias que este terá mais cedo ou mais tarde em todos os sectores da economia.
Até sempre,
(a ficar de tanga)
C&C

Curiosidades

Partilho hoje um e-mail que me enviaram, com uma série de curiosidades:

01- O nome completo do Pato Donald é Donald Fauntleroy Duck.
02- Em 1997, as linhas aéreas americanas economizaram US$40.000 eliminando uma azeitona de cada salada.
03- Uma girafa pode limpar suas próprias orelhas com a língua.
04- Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não lembram onde eles as esconderam.
05- Comer uma maçã é mais eficiente que tomar café para se manter acordado.
06- As formigas se espreguiçam pela manhã quando acordam.
07- As escovas de dente azuis são mais usadas que as vermelhas.
08- O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem.
09- Ninguém consegue lamber o próprio cotovelo, é impossível tocá-lo com a própria língua.
10- Só um alimento não se deteriora: o mel.
11- Os golfinhos dormem com um olho aberto.
12- Um terço de todo o sorvete vendido no mundo é de baunilha.
13- As unhas da mão crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas do pé.
14- O olho do avestruz é maior do que seu cérebro
15- Os destros vivem, em média, nove anos mais que os canhotos.
16- O 'quack' de um pato não produz eco, e ninguém sabe porquê
17- O músculo mais potente do corpo humano é a língua.
18- É impossível espirrar com os olhos abertos.
19- 'J' é a única letra que não aparece na tabela periódica.
20- Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo
21- Os chimpanzés e os golfinhos são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho.
22- Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.
23- Aproximadamente 70 % das pessoas que lêem este post, tentam lamber seu cotovelo!!!

Até sempre,
C&C

Livros - A Formula de Deus

Autor: José Rodrigues dos Santos
Continuo a ler a Casa quieta, mas pelo meio desta leitura encontrei, mais uma vez na prateleira do D., mais este livro do escritor José Rodrigues dos Santos. Gosto do estilo. Alia um enredo interessante (nos seus livros temos sempre dificuldade em parar no final de um capitulo) à possibilidade de aprendermos algo de novo. Neste livro abordam-se questões da área da fisica, tais como as o Big Bang e o Big Crunch, a Teoria do Caos, a relatividade, as microparticulas... numa tentativa de provar cientificamente a existência de Deus.
Tal como o Codex 632 e a Filha do Capitão, livros do mesmo autor que também li, é um livro extremamente bem documentado,
Fiquei com vontade de ler o Setimo Selo, que até este momento não tinha comprado, porque pelo que conhecia deste livro achei a ideia muito parecida com a de Dan Brown em a conspiração. Mas são concerteza diferentes, porque o estilo dos dois escritores não é assim tão parecido. Dan Brown ganha no suspense, José Rodrigues dos Santos na profundidade com que nos transporta para temas interessantes com os quais não costumamos conviver no nosso quotidiano.
Quanto à existência de Deus, e saindo da esfera cientifica para a esfera da fé, acontecimentos recentes fizeram-me mais uma vez reflectir como é tão mais fácil acreditar... como seria tão mais fácil acreditar... que não nos esgotamos no nosso corpo, e que quando este deixa de funcionar, há algo de nós que perdura...
Pontuação para o livro: 5 valores!
Até sempre,
C&C

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Amigos, estou aqui...

Hoje uma amiga desabafava comigo sobre uma série de coisas da sua vida, pequenos problemas, daqueles que se vão acumulando e enchendo o saco até que um dia ele transborda… Acabei por lhe confessar que não sabia o que lhe havia de dizer, que no fundo ela estava a falar de problemas que eu já tive mas não fui capaz de resolver.
Disse-lhe que às vezes me sentia uma amiga muito incompetente, queria ajudar mas não sabia como, e por vezes nem sequer sabia quais as palavras certas em cada momento. E ela respondeu-me que só ouvi-la já era uma óptima ajuda, e que eu nem imaginava como lhe fazia bem…
Sei que foi sincera, e foi bom de ouvir. Às vezes só estarmos presentes e disponíveis já pode fazer muito pelas pessoas de quem gostamos.
E é isso que eu tenho que fazer em cada momento, porque há poucas coisas na vida tão importantes como a amizade!

Até sempre,
C&C

quarta-feira, 28 de maio de 2008

La vie em rose - uma questão de perspectiva...

Faz por esta altura mais ou menos um ano que eu senti o que era uma verdadeira depressão. Já tinha passado por momentos difíceis, muito difíceis antes, mas nunca como nessa altura me senti tão derrotada perante a vida. A minha expressão mais frequente, conforme a minha irmã na altura me chamou a atenção, era “é complicado”. Felizmente, com a ajuda de medicação (que na altura não consegui evitar) e o apoio das pessoas mais próximas, consegui ultrapassar esse mau momento. A luz ao fundo do túnel, que na altura eu não via, afinal sempre esteve lá.

E neste momento da minha vida em que tudo está bem, em que me sinto equilibrada, em que tudo está estável e nos devidos lugares, dou por mim a pensar que quase tudo pode ser visto numa perspectiva rosa ou cinzenta, positiva ou negativa. Se conseguirmos olhar para as coisas valorizando os aspectos positivos, teremos muito mais condições para ser felizes.
Por exemplo, é verdade que eu não gosto muito da minha actividade profissional, mas tenho uma estabilidade que uma grande parte da população deste país gostaria de ter, e o meu salário é suficiente para ter uma vida confortável, para mim e para a minha filha.

E depois há as coisas que são mesmo más, que são totalmente cinzentas, ou mesmo negras. Mas se as encararmos de frente, tornam-nos pessoas mais fortes, e podemos sempre aprender algo com elas. Quando as ultrapassarmos, seremos melhores pessoas...

Por isso a mensagem de hoje é: procurem o rosa das vossas vidas, e sejam felizes!

Até sempre!
C&C

domingo, 25 de maio de 2008

Um dia especial... em ponto pequeno

Sei que tenho andado desaparecida... os dias têm sido ocupados, e o tempo para me sentar no computador (por motivos não profissionais) tem sido pouco.
Mas não queria deixar de fazer referência a um passeio que fiz já há uns dias (mais precisamente no Domingo passado) ao Portugal dos Pequenitos. Por ter sido especial para a R. (e logo, especial também para mim) e por ter sido passado em óptima companhia. Para além da R. foi também o A. (mais ou menos da idade dela). A alegria deles nas "casinhas", como dizia o A., foi simplesmente contagiante. E as fotos ficaram todas mais ou menos como a que coloco neste post, porque eles corriam de um lado para o outro a uma velocidade apenas comparável à velocidade da luz... Mas estão girissimas, porque cheias de cor e de alegria!
Um enorme beijo aos meus mais que tudo, optima companhia em mais momentos deliciosos!
C&C
PS - Sobre a dieta não há grandes novidades, porque neste momento já não posso considerar se mantenha. Tem sido uma intenção sem efeitos práticos... A cada passagem pelo frigorifico ou pelo armário onde guardo a comida a atracção pelo disparate tem sido irresistivel e incontrolável... A boa noticia é que pelo menos o peso não tem aumentado. Vou tentar comportar-me melhor esta semana...

terça-feira, 13 de maio de 2008

Pirilampo mágico

Esta semana a R. veio de casa do pai com o pirilampo. Não sabia de onde tinha vindo, mas hoje à noite, enquanto lhe vestia o pijama, fiquei esclarecida. A conversa foi mais ou menos assim:
R. - O pai é que comprou o Pirilampo, mãe. Custou dois euros, dois! Eu é que paguei à M. (a educadora). Já está "pagado".
Eu - (já a rir-me com a conversa, por causa dos 2 Euros - ela nunca se refere assim ao dinheiro, e pelo modo como ela disse que tinha dado o dinheiro à educadora - tipo, fiz uma coisa muito importante) - Sabes para que serve o pirilampo, filha? É para ajudar as crianças com problemas...
R. - Eu sei, mãe, é para a "sexy".
Eu - Para a Cerci
R. - Não mãe, para a "sexy"

Desisto (a sorrir)... daqui por uns anos percebes, e o importante de momento é que comeces a perceber que com pequenos gestos podes ajudar alguém.

Já agora, fica aqui o link para a campanha de 2008, que decorre entre 09-05 e 01-06: http://cercifel.org.pt/piri08/
É verdade (acho que já não sei fazer posts sobre um único assunto), hoje recebi uma avaliação da R. vinda do infantário. Em várias folhas, classifica uma série de competências, e no final, o comentário da educadora: "A R. é uma criança muito organizada, bem comportada, obediente, muito serena e meiguinha. Demonstra interesse pelas actividades, demorando muito tempo a comcretizá-las devido ao seu perfeccionismo."
E assim me retiro, com necessidade de uma babete...
Até sempre,
C&C
Ouvi alguém falar em dieta??? Hmmm, devo ter ouvido mal... Não? Falaram mesmo... Ok, admito, 64,4 kgs. Em letra pequena e sem mais comentários...

domingo, 11 de maio de 2008

Mais um poli-post!

Resultado combinado de uma viagem relativamente longa, feita sem pressas, e com a R. a dormir desde o inicio, cá vai mais um post poli-temático... :-)))
(assuntos sem qualquer ordem)

Livros: Boca do Inferno
Autor: Ricardo Araujo Pereira

Fui lendo este livro nos pequenos momentos em que o conseguia apanhar na mesa de cabeceira do D. (foi um dos meus presentes de aniversário para ele, suspeito que não muito bem sucedido, porque já o terminei e ele vai pouco mais que no inicio...).
Este livro é composto por uma selecção das cronicas que o autor escreve semanalmente na revista Visão. Um humor inteligente, que muito aprecio, do princípio ao fim. Destaco, por exemplo, a frase da contra-capa: "Um livro essencial para compreender o nosso tempo, especialmente a parte da tarde". Obrigada, Ricardo, por me fazeres rir...
Pontuação: 4 pontos.

Pensamentos durante o zapping

Sábado à noite. A R. dorme tranquilamente e eu sento-me ao lado do D., que faz zapping. Pára no canal Holliwood, onde num filme já com alguns anos, Billy Cristal se declara a Meg Ryan, dizendo entre outras uma frase mais ou menos assim: "Agora que sei quem quero para o resto da minha vida, aquilo que mais quero é que o resto da minha vida comece depressa".
A frase acerta-me em cheio. Pelo menos uma pessoa no mundo (a que escreveu o texto) entende o que sinto, e minha pressa em transportar os sonhos para a realidade...

Hoje o meu coração é verde e branco

O tema futebol por norma passa-me completamente ao lado, e se hoje vou aflorá-lo, é porque acompanhei a emoção de duas pessoas muito queridas ao verem o clube da terra que tanto amam (não acima de tudo, mas acima de muitas coisas) subir de divisão. E porque no regresso a casa pude testemunhar a alegria da cidade, uma vez que se cruzaram comigo os autocarros de apoio que tinham ido assistir ao jogo, bem como uma quantidade enorme de pessoas em festa para os receber. Por isso me associo à alegria do povo desta terra de que tanto gosto, e dou os parabéns ao Rio Ave (Olé! Olé!)

Dieta

Porque não devemos evitar os temas delicados, registo o peso à chegada de fim-de-semana: 64,3 kgs...
Culpa das bolachas pecaminosas que o D. se lembrou de comprar... e da mousse de chocolate caseira que um colega de trabalho se lembrou de levar na sexta-feira e que seria falta de educação recusar... e do gelado que comi hoje à sobremesa...
O cenário só não é mais catastrófico, porque fui fazendo algum exercício, natação na quinta-feira e uma caminhada a bom ritmo na sexta.
As boas intenções mantém-se. Registo a incredulidade da minha irmã quando me viu hoje ao lanche, a comer uma maçã. Coisa que fiz espontaneamente, sem qualquer sacrificio, simplesmente porque me apeteceu. Quero acreditar que estou no bom caminho...
E por falar em irmã...


Uma palavra para ti, S., para te agradecer a companhia que me fizeste no Sábado, nos quase 200 kms de viagem para vir buscar a R. E sem eu sequer te ter pedido. Aliás, nunca to pediria. É impossível medir o amor, mas aquilo que estamos dispostos a fazer por quem nos é querido também diz muito sobre o que sentimos.
E sem que eu precisasse, ontem deste-me mais uma prova de que estás aí... para o que for preciso... ou mesmo sem que seja preciso... só porque sim! E sem que seja necessário pedir.
Muito obrigada!
E obrigada também a quem conseguiu aguentar mais este poli-post até ao fim :-)))
Por falar nisso, Mary, estava com saudades, e até preocupada. Que bom voltar a ler-te!

Até sempre,
C&C

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Vários assuntos no regresso

Ontem os acontecimentos nocturnos acabaram por atropelar os planos que eu tinha para o post no blog. Entretanto os assuntos acumulam-se, por isso em lugar de vários posts, um único com assuntos vários.

Férias

As férias foram óptimas, sempre com bom tempo e praia todos os dias... e sem ter que sair do país. O regresso ao trabalho foi bem custoso, por vários motivos. Registo o regresso da minha amiga M. da licença de parto, e a companhia que me fez no messenger interno durante o dia. Que bom que é ter uma amiga tão querida novamente tão perto, ainda que distante fisicamente. A tecnologia tem coisas fantásticas!


Livros: Rio das Flores - Miguel de Sousa Tavares

Como a insónia nocturna foi forte e o meu estado de espirito estava lá nas profundezas, resolvi ocupar a noite lendo. O resultado foi que acabei de ler o livro, que se encontrava ainda a meio (e quem sabe do que estou a falar poderá avaliar a imensidão da noite).
Andei um pouco à deriva por este livro, sem perceber bem qual seria a trama principal. À parte a riqueza da narração de factos históricos, inquestionável, confesso que quando a percebi, não me encantou particularmente. O protagonista Diogo acaba por se revelar um sacana que advogando que se sentia perdido, à deriva, desconfortável com o cenário que a vida lhe tinha proporcionado (o de o filho mais velho de uma familia tradicional de latifundiários alentejanos), acaba por ir passando as responsabilidades que deviam ser suas para familiares (ao irmão a responsabilidade pela gestão da fazenda e
à esposa a educação dos filhos), enquanto vai flutuando sobre a realidade e acaba por encontrar o conforto numa fazenda no Brasil, à qual acrescenta uma mulata que entretanto havia encontrado num casino... Abandona a familia e todas as responsabilidades. Para cúmulo (e quem leu o post anterior percebe porque isto me incomodou tanto) o filho mais velho decide que é com o pai que quer estar. E deixa uma mãe incansavelmente dedicada e com todas as virtudes possíveis, quer como mãe, quer como esposa...
Está bem escrito, mas não posso dizer que tenha adorado a história... 3 pontos.


Próximo livro:


No meu pipe-line, como lhe chama o D, tenho um livro chamado "Uma vida em pedaços" e a "Casa Quieta". O primeiro não me parece propriamente adequado para o momento actual, o segundo já o tentei ler em tempos, mas não me cativou particularmente... Talvez me decida por este, mas não consigo deixar de achar que devia ter feito mais umas comprinhas na ultima ida à FNAC... Anda uma pessoa a tentar eliminar o pipe-line, e é isto que dá...

Fat-killer:

A resolução pré-ferias de perder peso ganhou proporções de quase paranoia (assim tipo Bridget Jones, mas espero que mais eficaz) no regresso, por 3 motivos essenciais:

  • As fotos que tirei na praia mostram de forma inequivoca que se impõe uma dieta;
  • A balança que comprei confirmou o cenário catastrófico (65,9 kgs - ontem);
  • No tal almoço a 4 gerações do dia da mãe a minha avó disse repetidamente que eu estava "boa". Disse isto "enchendo a boca", de forma muito convicta. Quem conhece as avós em geral e a minha em particular consegue entender o quão decisivo foi este momento, e o impulso que deu à minha determinação :-)))

A dieta começou logo a seguir à mousse de chocolate deliciosa com a qual terminou o almoço de ontem (que saudades...), e está a correr bem, hoje resisti ao lanche, às batatas fritas (e só eu sei como é dificil alimentar-me em condições na terriola onde trabalho), e a todos os exageros de um modo geral. Hoje, mais ou menos à mesma hora, pesava: 64,1 kgs (e obcessivamente vou manter este registo nos próximos posts). Eu avisei que era obcessão à Bridget Jones... Ah, já me esquecia de traçar um objectivo (dada a minha ocupação profissional não sei como me escapou): quero reduzir no minimo para os 62 kgs, se possível até aos 60 kgs.

Com a R.:

O pai da R. foi-a buscar à escola e levou-a à natação, coisa que por norma só faz quando vai ficar à noite com ela. Fiquei logo nervosa a pensar que a minha filha poderia voltar a não querer ficar comigo, mas correu tudo bem. Aliás, não posso dizer que em algum momento a miuda tenha sido birrenta, caprichosa, ou que não se tenha portado bem. Simplesmente ontem foi determinada, pediu-me para ficar com o pai, e eu aceitei. Não tenho motivos para ficar insegura... Tenho um motivo (o de sempre, reforçado) para fazer o melhor que consigo e sei enquanto mãe. Sem esquecer que isso implica mimar, mas sobretudo educar... É muito fácil conquistar uma criança, bem mais dificil (mas também muito mais importante) é educá-la.
Também não consegui deixar de pensar que com todas estar duvidas e inseguranças sou eu (e não a R.) que pareço ter 4 anos...

À pouco, já na caminha, a minha filha lembrou-me uma importante lição... É fantástico o que se pode aprender, lembrar ou interiorizar com uma criança de 4 anos, quando a ouvimos atentamente. Dizia eu que os pais tinham que fazer duas coisas muito importantes: "dar mimo e educar", e ela logo "e brincar, mãe".

Pois é, querida R., vou tentar não me esquecer em nenhum momento que brincar contigo não é estar perto de ti enquanto tu brincas, é sentar-me contigo e participar o mais possível... E existirá melhor forma de desanuviar de um cansativo dia de trabalho???

Contador:

O contador do meu blog registou ontem 50 visitas. Cá para mim está avariado... :)))
E por aqui me fico porque senão as 2 ou 3 pessoas que não passam por aqui apenas por acaso perderão completamente a paciência e deixarão este post de tão importantes conteudos para lerem... nas férias... ou então numa noite de insónias como a minha :)))
Até sempre,
C&C

domingo, 4 de maio de 2008

Regresso à realidade

Depois de uma deliciosa semana de férias a três, em que a frase que mais ouvi à minha filha foi: "gosto muito de ti", regresso a casa e o D. volta para a terra dele. Depois do almoço a 4 gerações do dia da Mãe, levo a R. para casa do pai, que já não via há vários dias. À noite, quando devia estar a voltar para junto de mim, telefonam-me, e a R. diz-me que quer ficar com o pai, tranquila mas firmemente pergunta-me se pode lá ficar... pouco falou comigo. Sem argumentos, mas com o coração já bem pequenino, digo que sim, e ofereço-me para ir levar as coisas dela a casa do pai.
E chegada lá confirmo que a nova companheira do pai, e primeira que ele leva ao convivio da filha, da qual tomei conhecimento mesmo antes de ir de férias, também lá está. Chegada ao espaço que antes eu ocupava, eles são a familia, e eu é que me sinto uma estranha.
Quero fazer isto bem, no interesse da minha filha, mas às vezes sinto que não sou suficientemente forte, racional ou fria para isso...
Gostava que me anestesiassem, para que na véspera do regresso ao trabalho, eu conseguisse dormir tranquilamente, sem pensar que estou sozinha, e que é uma completa estranha (pelo menos para mim), que hoje vai aconchegar os lençois à minha filha e dar-lhe o beijo de boa noite... Para não pensar que desde que esta pessoa entrou na nossa vida eu perdi um pouquinho da minha filha, e nem o delicioso convivio em férias conseguiu alterar esta realidade.

Como se consegue dividir, com tranquilidade e racionalidade, uma parte de nós?

Peço desculpa a quem por aqui passar, este é um desabafo muito pessoal, mas tinha que o fazer. Não aguentava com isto dentro de mim...

Até sempre,
C&C