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quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Tão fácil de entender... tão dificil de educar

É ténue a linha que separa dar mimo de estragar com mimos...
Nesta fase tão delicada da ida da R. para o infantário tenho-me perguntado por várias vezes se não a estarei a mimar demais. Isto porque me parece que as dificuldades de adaptação dela têm mais a ver com o separar-se da mãe do que com qualquer outra coisa. Houve os dias em que ela se "colava" a mim e não me queria largar, os dias em que repetidamente me perguntava se podia ir comigo para o trabalho, ou então "porque é que tens que trabalhar"... E hoje, até agora o único dia em que não a deixei a chorar, porque lhe disse que a ía buscar.
Também tenho este problema, a ingrata missão de a deixar lá, ainda por cima cedíssimo, é minha, mas raramente consigo ir buscá-la, porque para isso tenho que fazer de horário saída proibitivo na minha actividade profissional.
Sei que ela nas férias ficou muito apegada a mim, e não me arrependo de ter passado com a minha filha todo o tempo que pude. Já me basta o resto do ano para viver com a culpa de não estar tempo com ela quanto deveria. Sei também que a mimei bastante, com carinho ou presentes. Quanto aos presentes arrependi-me logo que começou a "pedinchice", e agora estamos em fase de tratamento... Não foi por mal, a questão é que ao ver as coisas e havendo possibilidade, e ainda por cima de férias... porque não dar-lhe? Mas as crianças habituam-se às coisas de que gostam com uma velocidade incrível.
Educar é viver em equilíbrio entre razão e emoção. Quantas vezes temos vontade de fazer algo, mas raciocinando concluímos que não será o melhor para a criança? Tento gerir este equilíbrio da melhor forma possível, mas às vezes tenho receio de não estar a fazer bem o meu papel.
Por todos os motivos e mais um... estando separada, o que está mal feito é sempre culpa minha, e o que está correcto é que tenderá a ser obra do pai...
Até sempre,
C&C

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