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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Algumas razões pelas quais ando a ficar doida...


A mãe pediu, a Mary perguntou, e por isso cá estou eu a dar "um ar da minha graça". Por assim dizer, porque na verdade o caso não tem andado para piadas. Pensando sobre que assunto escrever, conclui que o meu dia de hoje, sem ter tido nada de particularmente interessante, é um bom tema...

Começou logo bem... toca o despertador, e eu, ainda meio a dormir, pergunto-me porque está aquela porcaria a tocar, visto que é Sábado. Lá vou a pouco e pouco acordando, e chegando à dolorosa conclusão de que ainda nem sequer é sexta-feira, mas apenas quinta. Por este motivo, sair da caminha hoje ainda foi mais penoso que de costume.

Felizmente a R levantou-se como um relampago quando se lembrou que hoje era um dia especial na escolinha, por ser dia da alimentação iam ter uma série de actividades. Pessoalmente, acho que deveriam existir actividades todos os dias, poupava-me um grande esforço matinal. À terça-feira, dia de Karaté na escola, também é sempre uma maravilha, lá vai ela de fato já vestido e toda contente, enquanto vamos brincando às lutas e ela insiste em corrigir-me dizendo que no Karaté não se faz barulho... Mas afinal que é o Karaté sem "gritos"?!?!? As coisas que ensinam às crianças.

Saio de casa feliz com o meu visual, escolhi uns lindos sapatos semi-abertos. Quase ao chegar ao trabalho, 45 kms mais à frente, a chuva mostra-me que mais uma vez tive uma péssima opção...

Durante o dia, parece que toda a gente anda com "fome de conversa" e escolhem-me a mim para partilharem os mais diversos temas...
Desde o senhor de idade que começa por perguntar-me como é que faz um aumento de capital (eu tenho cara de contabilista??? dele??? e paga-me???), terminando a conversa com uma dissertação acerca de os licenciados acharem que sabem muito, mas as pessoas de mais idade é que têm a experiência de vida, coisa da qual eu nem discordo, simplesmente acho que em nada se deve generalizar... há pessoas de idade que em todos os anos de vida parece que não aprenderam nada, e há licenciados (como eu) que sabem que têm muito a aprender com pessoas com experiência de vida maior ou diferente, mas com a confiança de que podem também ter algo a ensinar... enfim, mas não era eu que ía prolongar a conversa, por isso fui ouvindo enquanto esperava que o senhor terminasse.
Aos meus queridos chefes que decidiram que como agora (supostamente) eu tenho apenas um local de trabalho devo começar a tomar parte nas reuniões diárias deles, porque devo estar a par de todos os assuntos... para começar logo bem, a reunião demora mais de uma hora (ou assim me pareceu)... mais uma vez, muito tempo perdido em conversas...
Mas o cumulo foi quando um dos meus colega resolveu partilhar comigo um segredo, sobre as suas supostas capacidades "paranormais". Diz que por vezes lhe acontece saber o que as pessoas estão a sentir ou ter sensações fortes sobre coisas que não estão bem com outros, ou sobre alguma desgraça que possa ter acontecido... Apeteceu-me pedir uma consulta...
Sinceramente, mais um dia destes e faço uma placa a dizer "Deixem-me trabalhar!" e penduro-a ao peito...
Durante o dia , e antes disto, aconteceu-me pensar como seria bom se um dia (um só dia que fosse), eu pudesse sair do trabalho sentindo que tinha feito todas as minhas tarefas do dia... e com um dia destes, a lista de tarefas cresceu em vez de diminuir...

Até sempre,
C&C

2 comentários:

Mary disse...

Em primeiro lugar: bem-vinda de volta!!! Fizeste falta :-)

O tipo de dia que descreveste é, de facto, enlouquecedor. Porque tens de ouvir coisas que não interessam a ninguém (adorei o teu colega com capacidades pseudo-paranormais!) e o trabalho acumula-se sem dó nem piedade.

Nesses dias, e (apenas) com as pessoas de maior confiança, costumo abrir os braços em "v" e fingir que sou um vaso. Deve ser o meu equivalente à tua placa :-)

For you disse...

Ufaaaa... até fiquei cansada...