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Mostrando postagens com o rótulo infantário

Mais sobre a R. e a escola

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Ainda sobre o tema de ontem, acabei por me alongar muito e mais há para dizer… O top das frases que mais ouço à R. nos últimos tempos: “Porque é que temos que ir trabalhar?” – difícil responder a esta, principalmente porque costuma ser a primeira frase do dia e eu ainda estou com os olhos meios fechados e a fazer a mesma pergunta a mim mesma; "Que dia é hoje?” – já lhe expliquei que ao Sábado e Domingo a mãe não trabalha e a escolinha está fechada; “Tu hoje vens-me buscar cedinho!” – normalmente já na escolinha, a chorar e a tentar agarrar-me para eu não ir embora. Quanto a esta última frase, sou apologista de uma educação em que não se enganam as crianças. Contudo, admito que aligeirei este meu princípio, a partir do momento em que dizer “vou tentar” deixou de ser suficiente. Com o meu horário de trabalho, ir buscar a R. implicaria que ela estivesse no infantário desde que abre até que fecha (das 8h às 19h). Não quero isso para a minha filha, por isso tento sempre que alguém a vá...

Um mês no infantário

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Faz amanhã um mês que fui pela primeira vez levar a R. ao infantário, cheia de expectativa e ansiedade. Como cheguei a dizer, não me preocupei em demasia com o assunto, porque estava convicta de que a minha filha se iria adaptar perfeitamente bem. Não foi bem assim... Ao fim deste tempo continuo a deixar todos os dias a minha filha a chorar. Vou trabalhar de coração apertado... Por mais que me digam, e que eu própria também saiba, que passado um bocadinho, ela fica bem... A educadora, na reunião de pais, chegou a referir a R. como um exemplo excelente de adaptação, e tem-me dito maravilhas dela, que é participativa, que tem resposta para tudo, que come bem, que anda sempre sorridente e animada (que bem que sabe ouvir estas coisas do meu rebento). Falei com o pediatra sobre o assunto e ele disse-me que achava sempre melhor quando as crianças reagiam às mudanças logo de inicio, porque elas acabavam sempre por reagir, e se fosse de forma tardia, poderia ser pior. Também me disse que eu ti...

Tão fácil de entender... tão dificil de educar

É ténue a linha que separa dar mimo de estragar com mimos... Nesta fase tão delicada da ida da R. para o infantário tenho-me perguntado por várias vezes se não a estarei a mimar demais. Isto porque me parece que as dificuldades de adaptação dela têm mais a ver com o separar-se da mãe do que com qualquer outra coisa. Houve os dias em que ela se "colava" a mim e não me queria largar, os dias em que repetidamente me perguntava se podia ir comigo para o trabalho, ou então "porque é que tens que trabalhar"... E hoje, até agora o único dia em que não a deixei a chorar, porque lhe disse que a ía buscar. Também tenho este problema, a ingrata missão de a deixar lá, ainda por cima cedíssimo , é minha, mas raramente consigo ir buscá-la, porque para isso tenho que fazer de horário saída proibitivo na minha actividade profissional. Sei que ela nas férias ficou muito apegada a mim, e não me arrependo de ter passado com a minha filha todo o tempo que pude. Já me basta o resto do ...

Os primeiros dias no infantário

Admito que subvalorizei o tema “ida da R. para o infantário”. Com base em vários argumentos totalmente racionais: a R. não é uma criança problemática, tem demonstrado uma grande capacidade de adaptação a alterações nas circunstâncias de vida (a separação dos pais e a nossa saída para casa da avó foi um grande exemplo), ía com os dois primos, com os quais já passava os dias enquanto esteve na avó, o que fazia com que a escolinha não fosse território totalmente desconhecido… Além disso, a R. gosta de tudo o que se faz no infantário: pintar, cantar, dançar, fazer jogos… E também não é uma criança indisciplinada, pelo que não a imaginava a ter grandes problemas em cumprir as regras. A única coisa que eu imaginava que poderia ser mais complicada era o relacionamento com os outros meninos, porque a R. é muito sensível, se algum lhe fizesse alguma coisa, ela poderia criar alguma aversão à escolinha, por achar qualquer coisa do género “os meninos não gostam de mim”. Não acho que o facto de ter...

O 1º dia na Escolinha

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F ui hoje levar a R. para o seu primeiro dia completo no infantário. A minha filha tem agora 3 anos, mas tem passado os dias com a avó, ama de profissão, na companhia de mais 3 crianças, duas das quais seus primos, que transitaram também agora para o mesmo infantário. Mesmo assim, foi com alguma apreensão que acordei hoje, porque sabia que por mais entusiasmada que a R. estivesse com a escolinha, não podiamos fugir ao facto de que eu não podia ficar com ela durante o dia... As férias são óptimas, mas têm este efeito perverso de que os miudos ficam muito presos a nós. E felizmente nestas férias eu pude desfrutar bastante da companhia da minha filha... Agora tivemos o reverso da medalha. Mas felizmente consegui que ela não ficasse lá a chorar. Agora estou na expectativa de que o tempo passe rápido, para a ir buscar e saber como tudo correu... Espero que venha animada, e já cheia de novos amiguinhos