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Sem palavras...

Eu hoje ía escrever sobre a minha filha R., sobre como ando contente com ela, mas entretanto deparei-me com isto http://www.o-nosso-baby.blogspot.pt/  e fiquei sem palavras. Andamos tantas vezes insatisfeitos com tantas (insignificantes) coisas, e não percebemos que algo que parece tão simples, que é ter filhos saudáveis, é um gigante, um enorme, o maior de todos, motivo de felicidade. Para o pequeno Simão desejo que tudo corra da melhor forma possível, aos pais muita coragem... Até sempre, Cookie

Oficialmente de dieta

Passadas que estão as 6 semanas que a médica me indicou que eram o tempo necessário para a recuperação integral, parece que alguém se esqueceu de dizer isso à minha balança, que teima em permanecer 4 kgs acima do peso inicial da gravidez, e 6 acima do peso que eu gostaria de ter. Não é fácil fazer dieta em casa, com comida sempre por perto, e com a minha necessidade de comer doces sempre que me sinto um pouco mais carente, o que agora parece ter tendência a acontecer quase sempre que o meu filho chora. Mas bom, é tempo de enfrentar este problema, e é se quero voltar ao trabalho em forma. Com calma e sem medidas radicais, até porque não havendo exageros a própria amamentação já ajuda à recuperação do peso (é o que espero, pelo menos :-) ). O meu plano passa por não exagerar na quantidade de comida, e sobretudo nas bolachas (sei que não consigo evitar comê-las, mas tenho que manter as quantidades dentro do razoável), por continuar com os alimentos ricos em fibras, e por beber muita ...

Ok, parece que sou uma pessoa normal :-)

Artigo na newsletter da Dodot, enviada para bebés com 1 mês "O BEBÉ COMEÇA A RECONHECÊ-LOS Agora parece que o bebé que tinha dentro de si esteve sempre ao seu lado. Pode parecer que só come e dorme, mas observe-o com atenção: a cada dia analisa-a mais e parece estar pronto a recompensá-la com um sorriso. Tem a cara um pouco mais magra e até já pode ter tentado balbuciar. Regra geral, a grande quantidade de tempo que exige o cuidado de um bebé faz com que os novos pais e mães não se apercebam da rapidez com que o filho muda e cresce. Portanto, estejam atentos: antes de darem por isso, o seu pequeno já será um adulto. Nota: Os bebés desta idade são muito exigentes e, no entanto, ainda não sabem fazer muitas coisas, razão pela qual esta pode ser uma altura especialmente difícil para si. A falta de sono e as profundas alterações na rotina a que estavam habituados podem afectar muito os pais, pelo que não se rendam."   "Ser mãe é extenuante e é natural que...

Já passou um mês e pico...

Várias pessoas já nos devem ter chamado "doidos", pelo menos em pensamento. Algumas já verbalizaram os seus pensamentos, chamando-nos corajosos por decidirmos ter um filho agora, quando as mais velhas já estavam tão crescidas e numa fase em que já são muito mais independentes. Ter um bebé tão pequeno, tanto tempo depois, é certamente um desafio. Sei que sou uma mãe diferente do que fui há 8 anos atrás. Mais paciente, sem dúvida, muito mais segura, mais prática, muito mais objetiva. Há alturas em que sinto que entro em piloto automático, fica apenas a componente prática a funcionar (agora tenho que fazer isto, depois tenho que fazer aquilo, e a seguir mais não sei o quê). Ainda reclamo quando estou a contar que o bebé adormeça para eu poder fazer alguma coisa e de repente vejo (como agora) a agitação dos bracinhos dele na alcofa e sei que não tarda nada e estarei a ser requisitada novamente. Mas sei que é normal. Com um bebé pequeno não se podem fazer grandes planos, é ir...

O meu novo amor

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O meu novo amor nasceu no dia 15 de Setembro (que ainda na ordem descobri que estatisticamente é o dia em que nascem mais bebés em Portugal), com 39 semanas de gestação e 2.880 grs e 47,5 cms. Correu tudo de forma tranquila, quer no parto, quer na ordem, e a minha recuperação está a ser bem mais rápida do que da primeira vez... o que faz com que às vezes quase me esqueça que fui submetida a uma intervenção cirúrgica. O F. é um bebé muito diferente do que foi a irmã, o que faz com que estes primeiros dias estejam a ser de aprendizagem e conhecimento mútuo. Estou a adaptar-me ao meu filho e a esta nova vida, tão diferente e tão exigente nos primeiros tempos, em que o corpo ainda não recuperou e o cansaço anda em níveis extremos. Mas a parte boa compensa tudo, e quando olho para aquela carinha pequenina, para estas mãozinhas que aqui vos dou a conhecer, para este corpo tão pequeno e tão frágil, sinto-me uma mulher feliz e preenchida. O meu segundo filho era um sonho, que cheguei a ...

Na reta final

39 semanas volvidas sobre o inicio desta grande aventura, o F continua com pouca vontade de vir cá para fora. Como o compreendo... isto cá pelo mundo real não anda propriamente fácil. É tempo de fazer um balanço destes  9 meses, vividos com a intensidade própria das alturas especiais das nossas vidas. 8 anos depois da primeira gravidez, esta conseguiu ser ainda mais "de luxo", como a classificaram as próprias médicas. Ainda hoje, na maternidade, pude observar as dificuldades de locomoção e de desconforto com que se deparam muitas grávidas. Eu ainda agora não ando "à pinguim", sento-me normalmente e até consigo cruzar as pernas. Aliás, cá entre nós que ninguém nos ouve, num casamento que tivemos no passado Sábado, ainda me fartei de dançar até altas horas da noite... Depois de ter deixado de trabalhar, consegui descansar e todos dizem que estou com bom aspeto. Sinto-me bem, praticamente sem dores e sem grandes incomodos para além da dificuldade em conseguir aper...

Sobre o aumento da TSU

Bem que eu não queria falar sobre isto, mas realmente é um assunto que me tem ocupado bastante o pensamento, enquanto não começa a desocupar a carteira... Mas agora que estou a ouvir o Ministro das Finanças a falar, não consigo evitar o tema. Apenas para dizer que quando os próprios empresários, supostamente a parte que é compensada e estimulada por esta medida (visto que as empresas vão reduzir a TSU paga em 5,5%) estão contra, apetece perguntar em que raio de estudos é que os nossos governantes se andam a basear (provavelmente pagos a peso de ouro) para pensarem em semelhante disparate. A redução da TSU nas empresas por si só até pode ser positiva, mas qualquer pessoa minimamente inteligente consegue perceber que as empresas vivem do poder de compra das pessoas. Ou seja, ao aumentar a taxa nos assalariados, reduz o poder de compra de parte significativa da população. Todos nós vamos consumir menos. Logo a faturação das empresas vai reduzir. E pergunto eu, o que terá mais imp...